| Processo: | 19/19210-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 16 de maio de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica |
| Pesquisador responsável: | Carmen Lúcia Cardoso |
| Beneficiário: | Marília Hormanez |
| Supervisor: | Ana Maria Marcos Del Cano |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), Espanha |
| Vinculado à bolsa: | 18/02646-9 - Ampliando a compreensão sobre o grupo comunitário de saúde mental: a etapa reflexiva, BP.MS |
| Assunto(s): | Saúde mental Psicologia da saúde Assistência à saúde mental Modelos de assistência à saúde Reforma psiquiátrica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Grupos | modelos de assistência à saúde | Saúde Mental | Psicologia da Saúde |
Resumo As concepções sobre o sofrimento psíquico e os modelos de atenção à saúde mental variam ao longo da história. O período após a Segunda Guerra Mundial foi marcado pela tentativa de garantir o não retorno às atrocidades cometidas na guerra e impulsionou a valorização dos direitos humanos e a propagação do paradigma psicossocial no âmbito sanitário e social. Movimentos de Reforma Psiquiátrica em todo o mundo passaram a defender melhores condições de tratamento às pessoas em sofrimento mental, considerando-as a partir de sua autonomia e dignidade. Apesar dos avanços empreendidos pelas Reformas, o contexto atual apresenta desafios para os sistemas nacionais de atenção sanitária, com a tendência à privatização da saúde e tentativas de dissolução dos direitos conquistados. Hoje, vivenciamos o aumento no número de diagnósticos de transtornos mentais em todo o mundo, porém com a crise da psiquiatria e com as ameaças aos modelos comunitários de atenção, a resposta atual tem se assentado na crescente medicalização da sociedade. No contexto brasileiro, o Grupo Comunitário de Saúde Mental (GCSM) apresenta-se como uma estratégia inovadora de atuação que busca aliar as visões de saúde e de pessoa humana advindas dos movimentos da Reforma Psiquiátrica. Atualmente o método de trabalho do GCSM encontra-se em fase de expansão e tem se revelado como uma ferramenta eficaz em contextos variados. O presente projeto tem o objetivo aprofundar a análise sobre o método grupal, relacionando-o à temática da bioética, dos direitos humanos e ao momento político-cultural atual. O desenvolvimento do projeto contará com a orientação do Prof. Manuel Desviat e da Profa. Ana Maria Marcos del Cano, pesquisadores referências na área de saúde mental e na área de bioética e direitos humanos. | |
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