| Processo: | 19/11884-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Katlin Brauer Massirer |
| Beneficiário: | Fernando Henrique Bosso |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/50897-0 - Inct 2014 - centro de quimica medicinal de acesso aberto., AP.TEM |
| Assunto(s): | Doenças renais policísticas Proteômica Proteínas de transporte RNA mensageiro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bicc1 | Polycystic Kidney Disease | RIPseq | RNA-binding protein | Proteômica |
Resumo A Bicaudal C 1 (BICC1) é uma proteína de ligação a RNA caracterizada por três domínios K Homology em N-terminal (domínios KH1, KH2 e KH3) os quais são responsáveis pela atividade de ligação a RNA, e um Sterile Alpha Motif em C-terminal (domínio SAM) o qual foi relacionado a promoção de interações proteína-proteína. A proteína vem sendo estudada por seu papel na doença do rim policístico (PKD) e organogênese do rim, atuando nas principais vias envolvidas com este processo. Mesmo com muitos estudos, o grupo principal de alvos mRNA da proteína BICC1 permanecem desconhecidos. O entendimento dos mRNAs alvos é crucial para revelar o modo de ligação da BICC1 e sua função celular. Neste projeto propomos uma configuração experimental para elucidar os RNAs alvos da BICC1 e também analisar o papel dos domínios KH para a função da BICC1. Para descobrir os RNAs alvo da BICC1 iremos superexpressar a fusão Flag da proteína em cultura de células e realizar a imunoprecipitação de RNA (RIPseq), um procedimento onde a proteína alvo é imunoprecipitada seguido do isolamento dos RNAs alvos os quais serão então sequenciados. Para investigar a importância dos domínios KH na ligação a RNAs da BICC1, iremos ainda mutar a construção da proteína usando mutação sítio dirigida e comparar com os resultados de RIPseq da proteína nativa. Em paralelo iremos monitorar a localização subcelular da BICC1 e suas formas mutadas por imunofluorescência, considerando que há poucas publicações que têm mostrado a relação com grânulos de estresse citoplasmáticos. A combinação do estudo da proteína e suas formas mutadas para a ligação com RNAs irá contribuir para a elucidação da função da BICC1 e seu papel na regulação de RNAs. | |
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