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Revisão sistemática sobre os correlatos neurais do tratamento farmacológico da dependência de álcool

Processo: 19/18034-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:João Mauricio Castaldelli Maia
Beneficiário:Luiza Larrubia Alvares Florence
Instituição-sede: Centro Universitário Saúde ABC. Fundação do ABC. Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Alcoolismo   Neuroimagem funcional   Cérebro   Tratamento farmacológico   Psicotrópicos   Bases de dados   Revisão sistemática

Resumo

O transtorno por uso de álcool (TUA) é prevalente, com causas multifatoriais e curso crônico. O tratamento farmacológico é uma parte importante do tratamento. Porém, os efeitos neurais das medicações utilizadas não estão totalmente esclarecidos. Objetivos: Sumarizar os efeitos neurais das medicações aprovadas para o tratamento do TUA, através dos estudos de neuroimagem funcional, para guiar o tratamento em subtipos neurais de TUA, e fomentar a investigação de outros psicofármacos com efeitos similares. Métodos: As seguintes palavras-chave serão pesquisadas na base de dados do PubMed, Scielo e PsycINFO: (naltrexone OR disulfiram OR topiramate OR acamprosate OR gabapentin) and (alcoho*) and (neuroimage OR neuroimaging OR magnetic resonance OR smri OR structural magnetic resonance OR SPECT OR fmri OR functional magnetic resonance OR pet OR positron emission tomography). Serão incluídos nessa revisão artigos originais de indivíduos com TUA publicados em português, inglês ou espanhol que contivessem o tratamento farmacológico da dependência por álcool em portadores do transtorno e usassem ressonância magnética funcional (RMf) ou tomografia por emissão de pósitrons (TEP).Resultados Esperados: O estriado ventral, córtex pré-frontal, córtex cingulado anterior, hipocampo, córtex occipital lateral, córtex orbitofrontal, córtex cingulado posterior, córtex frontal, entre outros estão altamente envolvidos nos mecanismos de manutenção do uso de álcool e de sua abstinência. Acredita-se que as drogas incluídas na Guideline de 2017 da APA apresentam efeitos funcionais diferentes nessas regiões. (AU)