| Processo: | 20/03297-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 04 de julho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacognosia |
| Pesquisador responsável: | Marcos Hikari Toyama |
| Beneficiário: | Gustavo Antonio Fernandes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anti-inflamatórios Antioxidantes Atividade enzimática Extratos vegetais Bioprospecção Phyllanthus niruri Crotalus durissus terrificus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade antioxidante | atividade fosfolipásica A2 | bioafinidade | Bioprospecção | metabolitos secundários de plantas | PLA2 secretória | Ação anti-inflamatória de extratos vegetais |
Resumo Neste projeto pretende-se usar a sPLA2 de Crotalus durissus terrificus como molécula alvo para triagem e isolamento e caracterização estrutural de metabólitos secundários de plantas e avaliar seu potencial no controle das atividades enzimáticas e farmacológicas induzidas pela sPLA2 deste veneno. Será utilizado como material botânico as plantas; Phyllanthus niruri (quebra pedra), Eugenia uniflora (pitanga), Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha), Jatropha gossypiifolia (pião-roxo). Estas plantas já estão na Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS junto com outras 71 espécies de plantas, as quais atuam em vários órgãos, no tratamento de doenças e como ação preventiva e nesta lista estão somente às plantas autorizadas pela ANVISA, incluindo estas listadas que serão objeto de nossos estudos. Recentemente nosso grupo desenvolveu um método de triagem, identificação e isolamento de compostos naturais de plantas usando a sPLA2 de Crotalus durissus terrificus como isca molecular para captura de compostos pela bioafinidade destes com a sPLA2. Assim, neste trabalho pretendemos avaliar este método para buscar compostos com capacidade de diminuir tanto a atividade enzimática, como os efeitos antioxidante e pró-inflamatório induzido pela sPLA2 e potencializar os possíveis benefício destas plantas e avaliar se estes compostos são abundantes ou não do material botânico preparado por decocção, por infusão ou por maceração ou na forma de xarope, que são as formas mais comuns de uso destas plantas. | |
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