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Identificação e caracterização de vesículas extracelulares fúngicas em pacientes com Candidíase, Criptococose e Paracoccidioidomicose

Processo: 20/03215-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Fausto Bruno dos Reis Almeida
Beneficiário:Caroline Patini de Rezende
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Micologia   Vesículas extracelulares   Candidíase   Criptococose   Paracoccidioidomicose   Ergosterol   Resposta imune   Imunorregulação

Resumo

A incidência e prevalência de infecções fúngicas têm aumentado, sendo importante estudar os mecanismos que envolvem a biologia dos fungos patogênicos para melhor entendimento da interação patógeno-hospedeiro. Candidíase, Criptococose e Paracoccidoidomicose são micoses sistêmicas causadas por fungos dos gêneros Candida spp., Cryptococcus spp. e Paracoccidoides spp., respectivamente. Vesículas Extracelulares (VEs) consistem em bicamadas lipídicas esféricas, produzidas por eucariotos, arqueias e bactérias. Em fungos patogênicos, as VEs podem carregar fatores de virulência e outras importantes moléculas, promovendo a interação das células fúngicas com outros organismos, desempenhando assim importante papel na patogênese e na interação imunobiológica. Apesar de uma vasta literatura relacionada com a produção de vesículas extracelulares por patógenos fúngicos, ainda há poucos estudos clínicos caracterizando e mostrando o papel das vesículas no curso da doença in vivo. Dessa forma, propomo-nos identificar vesículas extracelulares fúngicas presentes nas amostras de pacientes com Candidíase, Criptococose e Paracoccidoidomicose. Mais especificamente, (1) purificar e caracterizar as VEs das amostras clínicas dos pacientes com infecções fúngicas; (2) identificar ergosterol e outros metabólitos secundários nas VEs obtidas; (3) analisar a atividade imunobiológica das VEs por meio da incubação com macrófagos derivados de medula; bem como (4) analisar o perfil de resposta imune induzido. Nossa expectativa é que a identificação de VEs fúngicas em amostras provenientes de pacientes acometidos com infecções fúngicas, bem como o melhor entendimento do seu papel na imunoregulação, possa nos ajudar a entender melhor o impacto das VEs no curso da infecção fúngica, bem como seu potencial no desenvolvimento de novos alvos e estratégicas terapêuticas. Este projeto complementa a colaboração do nosso grupo com a Johns Hopkins University. (AU)

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