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Aprendendo com os bens comuns: habitação para uma revolução social urbana

Processo: 20/11917-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2020
Vigência (Término): 30 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Leandro Silva Medrano
Beneficiário:Ana Rosa Chagas Cavalcanti
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/22704-8 - Arquitetura e urbanismo frente ao espaço social no Século 21: estratégias de segregação e táticas de apropriação, AP.TEM
Assunto(s):Espaço social   Habitação social   Urbanização

Resumo

O objetivo deste projeto de pesquisa é desenvolver uma base de conhecimento coletivo através de métodos investigativos de desenho e estratégias para lidar com o desafio de construir um espaço social no contexto da metropolização Brasileira do século 21. O projeto se dará a partir da profunda consideração das circunstâncias específicas de três localidades selecionadas - Brasil, Holanda e Suécia - e pela reflexão crítica da evolução de modelos de moradia. O resultado potencial da pesquisa é baseado na entensão na qual os estudos de caso em questão complementam um ao outro. Por um lado, atualmente o Brasil está enfrentando um grande desafio em entregar moradias para cidadãos de baixa renda que vivem em contextos urbanos. Por outro lado, os Países Baixos e a Suécia podem contribuir para o conhecimento acadêmico relacionado à moradia coletiva, particularmente em relação às questões de seu desenho e aos processos de participação da população nestes projetos. O que distingue os aspectos operacionais e teóricos deste estudo é a enfase na larga noção Europeia dos 'bens comuns.' O objetivo desta pesquisa é discutir possíveis relações entre os 'modelos espaciais' que são aplicados na produção de moradia, e o conceito dos 'bens comuns' (nos termos do debate contemporâneo). Os resultados devem estimular o desenvolvimento de métodos de desenho habitacional e estratégias de moradia que criem territórios urbanos mais inclusivos, resilientes e vividos, explorando soluções que conectem a divisão entre a moradia e o espaço coletivo. (AU)