| Processo: | 20/16028-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 14 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Acordo de Cooperação: | Belmont Forum |
| Pesquisador responsável: | Ronaldo Adriano Christofoletti |
| Beneficiário: | Deborah Santos Prado |
| Instituição Sede: | Instituto do Mar (IMar). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/24416-8 - Caminhos de sustentabilidade do oceano para a transformação de conflitos, AP.R |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/07633-0 - Justiça azul e mudanças transformativas em comunidades de pesca artesanal na América Latina, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Governança ambiental Áreas de conservação Gerenciamento costeiro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Governança Ambiental | pesca de pequena escala | Unidades de Conservação | Gerenciamento Costeiro |
Resumo O estudo de caso brasileiro de transformação da governança oceânica oferece a possibilidade de mudar o jogo sobre como o país governa toda a sua Zona Econômica Exclusiva. Apoiado por uma série de atividades inter e transdisciplinares facilitadas pela equipe do OCEANS PACT, dezenas de pesquisadores em início de carreira, líderes de pescadores e organizações relacionadas serão mobilizados para trocar conhecimento e estar em sinergia com oito pesquisas transdisciplinares e inúmeras iniciativas em andamento relacionadas à política, educação e extensão na cidade de Brasília e em todo o litoral do estado de São Paulo. No Brasil, o conhecimento e a expertise das equipes internacionais do Consórcio Belmont impulsionarão campanhas de pesquisa-ação de focos temáticos plurianuais visando a transformação dos conflitos entre a pesca artesanal e a economia/crescimento azul (2020); cenários e perspectivas das mudanças climáticas e o lançamento da Década Internacional da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021); culminando, finalmente, no Ano Internacional da Pesca Artesanal e Aquicultura (2022). A proposta, portanto, alinha-se estrategicamente com os próximos anos críticos para envolver e capacitar a nova geração de cientistas-cidadãos para usar a melhor ciência e evidências para transformar conflitos de longa data associados à conservação marinha, aquicultura, desenvolvimento costeiro, pesca industrial e desenvolvimento portuário no Brasil. (AU) | |
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