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Efeitos da fotobiomodulação com dosagem progressiva associada a um protocolo de exercício aérobio no nível de dor e qualidade de vida de mulheres com fibromialgia: controlado, randomizado e cego

Processo: 20/02501-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Ana Claudia Muniz Renno
Beneficiário:Beatriz Mendes Credidio
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Fototerapia   Fibromialgia   Dor   Mulheres   Treinamento aeróbio   Qualidade de vida   Capacidade funcional   Escala visual analógica   Análise de variância   Terapia a laser de baixa intensidade

Resumo

A fibromialgia (FM) é caracterizada pela dor muscular generalizada crônica, que acomete principalmente mulheres. Vários estudos já demonstraram que exercícios aeróbicos se mostram efetivos para a melhora da dor e da qualidade de vida desta população; outros estudos que a fotobiomodulação (FBM) também é efetiva neste sentido. No entanto, não há consenso na literatura a respeito dos melhores parâmetros da FBM para tratar pacientes com FM, bem como em dosagem progressiva ao longo do tratamento. Assim, o objetivo deste estudo será verificar o efeito da associação de um protocolo de exercício aeróbio e a FBM, com dosagem progressiva, no nível de dor e na qualidade de vida relacionado a saúde de mulheres com FM. As mulheres serão randomizadas e divididas em dois grupos: GEFA: grupo exercício e FBM ativa (n=15), ou GEFP: grupo exercício e FBM placebo (n=15). Antes da primeira sessão e após a última sessão de tratamento será avaliada como desfecho primário o nível de dor através da Escala Visual Analógica (EVA), e como desfechos secundários o Impacto da Fibromialgia na qualidade de vida, qualidade de vida pelo SF-36, Nível de fadiga pelo FSS, nível de atividade física pelo IPAQ, Teste Timed Up-and-Go (TUG) e a capacidade funcional pelo Teste de Caminhada de 6 minutos (TC6). As intervenções terão duração de 12 semanas, 2 vezes por semana com a realização do exercício aeróbio em bicicleta estacionária e progressão de carga através da frequência cardíaca máxima obtida pelo teste cardiorrespiratório. Esse trabalho será submetido ao Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC). Os dados tanto do desfecho primário quanto dos desfechos secundários serão apresentados sob forma de média e desvio padrão e submetidos a estatística paramétrica, análise de variância (ANOVA), para comparar os grupos e efeito de tratamento.