| Processo: | 21/07931-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia |
| Pesquisador responsável: | Francisco Augusto de Moraes Prata Gaspar |
| Beneficiário: | Francisco Augusto de Moraes Prata Gaspar |
| Pesquisador Anfitrião: | Ives Radrizzani |
| Instituição Sede: | Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Ludwig Maximilian University of Munich (LMU Munich), Alemanha |
| Assunto(s): | Filosofia moderna Filosofia antiga Intersubjetividade Linguagem Teoria do reconhecimento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autoconsciência | Consciência comum | Fichte | intersubjetividade | Linguagem | teoria do reconhecimento | História da Filosofia Moderna - Filosofia Clássica Alemã |
Resumo O objetivo deste projeto é compreender a função sistemática desempenhada pela intersubjetividade na explicação da consciência e do saber, tal como ela foi pensada por Johann Fichte em sua "segunda doutrina da ciência de Jena" (1796-1799) e nos trabalhos iniciais de sua primeira estadia em Berlin (1800-1802). Seu foco principal se dirige: (i) à articulação entre subjetividade e intersubjetividade para se compreender a importância da relação de reconhecimento recíproco entre seres racionais na fundação da subjetividade; (ii) ao conceito de "consciência comum" [gemeinschaftliches Bewusstsein] que se origina dessa relação intersubjetiva e que designa o fato de que não há consciência individual isolada, mas que toda autoconsciência prática do indivíduo envolve, como seu momento necessário, a consciência de outro indivíduo e de sua liberdade; por fim, (iii) o modo como a função sistemática da intersubjetividade repercute na concepção fichteana de linguagem: esta se apresenta na doutrina da ciência a um só tempo como condição de realização da intersubjetividade e como expressão dessa "consciência comum", ou seja, como meio no qual se constrói um "único entendimento comum" [einzigen gemeinsamen Verstand] entre os falantes. Tal hipótese de leitura visa tanto contribuir para a compreensão da obra e do percurso de pensamento de Fichte, como também extrair as consequências críticas teóricas e práticas dessa articulação entre subjetividade e intersubjetividade para os debates filosóficos atuais. (AU) | |
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