| Processo: | 21/03805-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Maria José Soares Mendes Giannini |
| Beneficiário: | Jenyffie Araujo Belizario |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dermatófitos Biofilmes Sobrevivência celular Staphylococcus aureus Staphylococcus epidermidis Trichophyton rubrum |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biofilmes | Dermatófitos | persisters cells | Staphylococcus aureus | Staphylococcus epidermidis | Trichophyton rubrum | Micologia clínica |
Resumo Dermatófitos são fungos causadores das dermatofitoses, micoses de alta incidência global, e que envolvem os tecidos queratinizados como pele, pelos e unhas. Em alguns casos clínicos há associação destes com bactérias, exacerbando o quadro infeccioso e de mais difícil tratamento. Os dermatófitos, assim como as bactérias, podem formar biofilmes monoespécie. No entanto, a associação destes à organismos comensais da microbiota da pele como Staphylococcus epidermidis ou à organismos nosocomiais como Staphylococcus aureus e potencial formação de biofilmes mistos não é conhecida. Embora tenha sido relatada resistência microbiológica e clínica dos dermatófitos, esta é pouco compreendida. Tal resistência pode estar associada à formação de biofilmes e à presença de células persistentes (células persisters), as quais são células dormentes, metabolicamente inativas, altamente tolerantes aos antimicrobianos e, portanto, associadas às infecções recalcitrantes, crônicas. Sabendo-se que fatores ambientais, como a disponibilidade de nutrientes, podem influenciar a capacidade de adesão e a arquitetura dos biofilmes, esse estudo propõe avaliar a capacidade de formação de biofilme misto de dermatófito (Trichophyton rubrum) com S. aureus e S. epidermidis em diferentes tempos de formação e meios de cultura. Em adição, serão quantificadas as células persistentes, após exposição dos biofilmes à altas concentrações de antimicrobianos. Os biofilmes serão formados em placas de microtitulação e, suas biomassas quantificads pela metodologia de cristal violeta. A viabilidade celular será avaliada por plaqueamento em ágar e a topografia dos biofilmes será analisada por microscopia eletrônica de varredura e confocal de varredura a laser (CLSM). As células persistentes serão quantificadas por plaqueamento em ágar após exposição dos biofilmes a antimicrobianos. O conhecimento da interação entre T. rubrum e espécies de estafilococos bem como a avaliação da presença de células persistentes em tais biofilmes podem contribuir para o avanço do conhecimento da resposta imunológica do hospedeiro, da resistência aos antimicrobianos e progressão da doença, além de subsidiar novos alvos terapêuticos. (AU) | |
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