| Processo: | 21/08076-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | José Eduardo Peixoto Santos |
| Beneficiário: | Henrique Cruz Fermiano |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuropatologia Epilepsia do lobo temporal Memória verbal Imuno-histoquímica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Epilepsia do lobo temporal | Esclerose hipocampal tipo 2 | Igf-1R | Mct4 | memória verbal | Neuropatologia |
Resumo Déficits de memória e aprendizagem verbal são observados na maioria dos pacientes com epilepsia do lobo temporal mesial esquerdo. Segundo estudos, estes déficits estariam ligados ao padrão de perda neuronal, onde os pacientes que apresentam perda neuronal na camada granular (casos com esclerose hipocampal tipos 1 e 3) possuem déficits de memória, enquanto casos com preservação da camada granular (esclerose tipo 2) apresentam preservação na capacidade de memorização. Entretanto, alguns pacientes com epilepsia do lobo temporal esquerdo e esclerose tipo 2 apresentam déficit de memória. Alguns estudos demonstraram efeitos dos níveis de lactato, controlados pelo transportador de monocarboxilato 4 (MCT4), e do fator de crescimento semelhante à insulina do tipo 1 (IGF1) na memória; nossa hipótese, então, é que pacientes com esclerose tipo 2 que apresentam déficits de memória verbal apresentariam menores níveis destas proteínas na camada granular. Com isso, a presente proposta deseja analisar os níveis de MCT4 e do receptor de IGF-1 (IGF-1R) na camada granular de pacientes com epilepsia do lobo temporal esquerdo e esclerose hipocampal do tipo 2 e diferentes escores de memória e aprendizagem verbal. Desejamos averiguar a existência da correlação entre o gradiente de expressão dessas proteínas no tecido, detectadas por imuno-histoquímicas, e o grau de comprometimento de memória nestes pacientes, medidos pelos Testes de Memória Lógica da Escala Revisada de Memória de Wechsler e de Aprendizagem Auditivo-Verbal de Rey. | |
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