| Processo: | 22/03527-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia |
| Pesquisador responsável: | Renato Pirani Ghilardi |
| Beneficiário: | Ana Laura Dangio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Tafonomia Microscópio eletrônico Bacia do Paraná |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ambiente Deposicional | assinaturas tafonômicas | Conularia quichua | Tafonomia de Conulariidae |
Resumo Os conulariídeos são cifozoários invertebrados extintos, sésseis de epifauna, bentônicos, com teca geralmente fosfática e alongada e, na maioria das vezes, com quatro faces. A maioria das espécies desse grupo é de águas rasas marinhas e plataformais. Em contrapartida à quantidade e frequência de publicações focadas nos conulariídeos da Bacia do Paraná, a pesquisa na Bacia do Parnaíba é esparsa e precária. Logo, pretende-se identificar os processos tafonômicos atuantes na deposição dos conulariídeos, utilizando os organismos da porção oeste da Bacia do Parnaíba como ferramenta para interpretações paleoambientais e paleobiogeográficas do Devoniano da Formação Pimenteira. O presente trabalho contará com a análise tafonômica de alta resolução de 26 amostras rochosas com exemplares de Conularia quichua, pertencentes a um afloramento da Formação Pimenteira da borda oeste da Bacia do Parnaíba. Inicialmente, as amostras serão descritas, limpas e fotografadas para observação dos detalhes anatômicos. Será feito, também, o entendimento preciso do perfil estratigráfico do afloramento TO-51 para a descrição sedimentar das rochas onde os conulariídeos estavam depositados, assim como a análise das amostras no Microscópio Eletrônico de Varredura. Estudos preliminares com essas amostras foram realizados em 2021, constatando que os conulariídeos podem ser classificados como parautóctones e alóctones, já que a maioria está preservada horizontalmente ao plano de acamadamento e com a preservação de apenas duas faces. | |
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