| Processo: | 22/06175-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Direito |
| Pesquisador responsável: | Mariângela Gama de Magalhães Gomes |
| Beneficiário: | Beatriz Ferreira de Paula |
| Instituição Sede: | Faculdade de Direito (FD). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Gênero Poder familiar |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Encarceramento | execução penal | Gênero | maternidade | progressão de regime | Direito penal e gênero |
Resumo Nos últimos anos, houve uma série de alterações legislativas no sentido de conferir maior proteção ao exercício da maternidade por mulheres presas, como a Lei 13.257/2016 (Marco da Primeira Infância), e a Lei 13.769/2018. Esta última inseriu o §3º no art. 112 da LEP, trazendo requisitos específicos para a progressão de regime de mulheres grávidas, mães ou responsáveis por crianças ou pessoas com deficiência, diminuindo de Y para [ o tempo de cumprimento de pena necessário para a progressão para um regime prisional menos gravoso. Nesse cenário, o presente projeto tem o objetivo de compreender o modo como o TJSP atua no controle judicial da progressão de regime de mulheres grávidas e mães ou responsáveis por crianças ou pessoas com deficiência. Para isso, propõe-se a análise de acórdãos do tribunal, em que se buscará identificar, sistematizar e analisar, por meio do método de Teorização Fundamentada nos Dados (TFD), os argumentos e discursos mobilizados pelos magistrados para justificar a concessão ou a denegação desse direito | |
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