| Processo: | 22/13271-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Marcia Furquim de Almeida |
| Beneficiário: | Lays Janaina Prazeres Marques |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/07765-0 - Mortalidade fetal: desafios do conhecimento e da intervenção, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/12123-1 - Fatores associados ao crescimento fetal anormal em óbitos fetais pré-termos e termos: estudo de caso-controle, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Idade gestacional Mortalidade fetal Peso ao nascer Epidemiologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alteração de Crescimento Fetal | Idade gestacional | Mortalidade Fetal | Peso ao nascer | Epidemiologia |
Resumo A restrição do crescimento fetal estimada pela sua proxy PIG (Pequeno para a Idade Gestacional - PIG), como já mencionado na apresentação do projeto temático, faz parte da cadeia causal dos óbitos fetais. Estudos recentes têm mostrado que a vulnerabilidade biológica é expressa pela presença concomitante da prematuridade, baixo peso ao nascer e alteração do crescimento fetal, seja a restrição do crescimento fetal (peso ao nascer abaixo do 10º percentil de peso para a idade gestacional) ou o crescimento fetal aumentado (estimado pela sua proxy GIG - Gigantes para Idade Gestacional) desempenham importante papel na mortalidade neonatal precoce no Brasil. Outro estudo sobre óbitos fetais no município de São Paulo verificou que a alteração do crescimento fetal estava presente em 40% dos óbitos fetais. Verificou-se também que a presença concomitante da restrição de crescimento fetal, baixo peso ao nascer e prematuridade estava presente em 27,7% dos óbitos fetais. Estes fetos apresentavam um risco de morte de 149,64 (IC: 131,62; 170,13) vezes ao daqueles que eram nascidos a termo, não baixo peso e Adequados para Idade Gestacional - AIG. Verificou-se também um risco aumentado de morte quando os fetos eram pré termo, GIG e baixo peso ao nascer (RR=258,89; IC:203.17;329,89).No entanto, os estudos acima mencionados foram realizados com dados provenientes dos sistemas de informação de mortalidade (SIM) e de nascidos vivos (SINASC), os quais contemplam poucas variáveis associadas ao crescimento fetal. O sub projetoagora proposto possibilitará uma melhor avaliação de fatores de risco associados à vulnerabilidade biológica fetal, pois contará com informações sobre a história reprodutiva materna, presença de afeções maternas e outras afeções, bem como informações sobre a atenção pré-natal, da placenta, fatores angiogênicos, das autopsias e da poluição atmosférica, coletadas nesse projeto temático. | |
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