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Avaliação da expressão de receptores canabinóides cb1 e cb2 em células tronco mesenquimais equinas

Processo: 22/08919-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2023
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2023
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Rogério Martins Amorim
Beneficiário:Luís Felipe Arantes Moya
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Canabinoides   Células-tronco mesenquimais   Células-tronco   Imunomodulação   Terapia baseada em transplante de células e tecidos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Canabinóides | células tronco mesenquimais | Células-tronco | Fitocanabinoides | Imunomodulação | Terapia Celular

Resumo

O Sistema Endocanabinóide constitui um conjunto complexo de vias de sinalização cujas funções variam desde a inibição neuronal pré-sináptica até imunomodulação. Os mensageiros endógenos do sistema são lipídeos sintetizados sobre demanda (anandamida e 2-araquidonoil glicerol) que interagem com receptores acoplados à proteínas G (CB1 e CB2). Os receptores CB1 são encontrados principalmente no sistema nervoso central (SNC) e CB2 em células periféricas e imunes. A afinidade de substâncias exógenas (fitocanabinóides ou agonistas sintéticos) com esses receptores torna possível a administração dessas substâncias para fins terapêuticos tanto de desordens do SNC quanto imunes. As células-tronco são capazes de se auto-renovar e dar origem a outros tipos celulares através de um processo conhecido como mitose assimétrica. A obtenção e caracterização de populações celulares de indivíduos adultos como as células tronco mesenquimais (MSC) é de grande aplicabilidade em medicina regenerativa, por meio da terapia celular. As MSC podem ser compreendidas como "estoques vivos" de substâncias que, sobre condições apropriadas, secretam moléculas bioativas em vesículas extracelulares ou na forma de fatores solúveis e interagem com outras células a fim de criar um microambiente de regeneração. Esse trabalho visa explorar a hipótese de que as MSC equinas de diferentes fontes expressam receptores canabinóides CB1 e CB2. A comprovação desta hipótese fornecerá o embasamento científico para a realização de estudos envolvendo a estimulação in vitro de MSC equinas por agonistas destes receptores canabinóides, com o intuito de potencializar a capacidade imunomoduladora destas células para aplicações terapêuticas.

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