| Processo: | 21/13580-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Hamilton Augusto Roschel da Silva |
| Beneficiário: | Igor Longobardi Amin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/13552-2 - Reduzindo tempo sedentário em populações clínicas: o estudo take a stand for health, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/22058-5 - Efeitos de um programa de treinamento físico domiciliar sobre a qualidade de vida e parâmetros de saúde de pacientes sobreviventes à COVID-19 grave, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Exercício Atividade física Treinamento físico Tratamento domiciliar SARS-CoV-2 Efeitos a longo prazo do COVID-19 Síndrome respiratória aguda grave Reabilitação (terapêutica médica) Qualidade de vida |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade Física | Reabilitação física | SARS-CoV-2 | Síndrome pós-COVID | Síndrome Respiratória Aguda Grave | Exercício |
Resumo Pacientes sobreviventes à COVID-19 grave estão mais susceptíveis a apresentar descondicionamento físico extremo, intolerância ao esforço e maior prevalência de sintomas persistentes, comprometendo a sua qualidade de vida após a alta hospitalar. Em contrapartida, exercícios físicos são considerados uma terapia não farmacológica com grande potencial para reabilitação desses indivíduos. Nesse sentido, o presente estudo propõe um ensaio clínico randomizado com o objetivo de avaliar os efeitos de um programa de treinamento físico domiciliar sobre a qualidade de vida e parâmetros relacionados à saúde de pacientes sobreviventes à COVID-19 grave. Poderão participar do presente estudo pacientes de ambos os sexos, tratados para COVID-19 em unidades de terapia intensiva (UTIs) do complexo hospitalar HC-FMUSP, com idade igual ou superior a 45 anos. Os participantes (n = 50) serão randomizados para os grupos experimental (TFD; programa de treinamento físico domiciliar e acompanhamento médico convencional) (n = 25) ou controle (CON; acompanhamento médico convencional) (n = 25). Antes e após o período de intervenção ou controle (16 semanas), os pacientes serão avaliados quanto à: 1) qualidade de vida; 2) capacidade cardiorrespiratória; 3) funcionalidade muscular; 4) composição corporal; 5) marcadores bioquímicos sanguíneos (associados ao metabolismo da glicose, perfil lipídico, marcadores inflamatórios e dano muscular); 6) sintomas persistentes; 7) severidade da fadiga; 8) sintomas de depressão e ansiedade; e, 9) nível de atividade física. Este projeto tem o potencial de revelar os efeitos de um programa de treinamento físico domiciliar sobre a qualidade de vida, saúde geral e recuperação de pacientes recuperados da COVID-19 grave. Os achados poderão beneficiar novas medidas clínicas no pós-tratamento da COVID-19. (AU) | |
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