| Processo: | 22/15067-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Silvia Aparecida Teixeira |
| Beneficiário: | João Vitor Borduqui |
| Instituição Sede: | Hospital do Câncer de Barretos. Barretos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Animais geneticamente modificados Astrócitos Meduloblastoma Microambiente tumoral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Animais transgenicos | astrócitos | Meduloblastoma | microambiente tumoral | Sonic Hedgehog | Neuro_oncologia |
Resumo O Meduloblastoma (MB), tumor maligno originado no cerebelo, representa 20% dos tumores do Sistema Nervoso Central em bebês, crianças e jovens adultos. Especificamente para os meduloblastomas associados à via de sinalização Hedgehog (SHH), pesquisas têm demonstrado que as células hospedeiras no microambiente tumoral influenciam no comportamento biológico das células tumorais, contribuindo para a ativação dos astrócitos e para a progressão tumoral. Neste contexto, dados recentes sugerirem que o microambiente tumoral deve ser considerado para um diagnóstico molecular mais refinado e para estratificação de risco durante as abordagens clínicas. Apesar dos estudos recentes apontarem para a participação dos astrócitos na progressão tumoral do subgrupo do MB-SHH, os mecanismos pelos quais estas células afetam a sobrevivência e o crescimento do tumor não são completamente compreendidos. Assim, o objetivo da presente proposta é investigar, em camundongos que desenvolvem MB-SHH, a participação dos astrócitos na evolução e na progressão tumoral. Para isso, utilizaremos camundongos transgênicos e o sistema Cre-loxP para promover o desenvolvimento do MB, a partir da deleção de PTCH1 em precursores de neurônios granulares cerebelares (Math1). Nos camundongos transgênicos duplo positivos (Math1-Cre/PTCH1-loxP), será possível caracterizar, por detecção histopatológica, os astrócitos do microambiente tumoral, as lesões cerebelares hiperplásicas, a formação das pré-lesões, a progressão e o estabelecimento tumoral. Acreditamos que o estabelecimento dos modelos MB-SHH, aqui propostos, poderão contribuir para a uma melhor caracterização biológica e molecular deste tipo tumoral, além de possibilitar a identificar as diferentes etapas da evolução/progressão tumoral e os alvos terapêuticos, para a estratificação de risco. (AU) | |
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