| Processo: | 23/00722-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Joelma Gonçalves Martin |
| Beneficiário: | Andrea Johanna Ribeiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bronquiolite Pediatria Infecções por vírus respiratório sincicial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bronquiolite | Bronquiolite viral aguda | Fmb | Pediatria | Vírus Sincicial Respiratório | Vsr | Pediatria |
Resumo A Bronquiolite Viral Aguda é uma doença viral que acomete crianças de até 2 anos de idade e é mais comumente encontrada em lactentes jovens, sendo habitualmente de maior gravidade nos recém nascidos entre 2 a 5 meses de idade. Essa doença pode ser causada por variados agentes como os dos tipos coronavírus, influenza, parainfluenza e alguns enterovírus, no entanto o mais comum é o VSR (Vírus Sincicial Respiratório). Apesar de ser uma doença de gravidade variável, com predominância de casos leves, é marcada por grande morbidade, sendo a principal causa de internação infantil durante o primeiro ano de vida. Não há tratamentos específicos para a doença, as assistências mais comuns para essa enfermidade é fornecer oxigênio para o lactente, limpeza das vias aéreas, hidratação, amamentação e medicação de suporte. Embora não seja recomendado, devido ao sofrimento causado pela doença à família e ao desconforto dos profissionais da saúde, a administração de medicamentos como antibióticos e broncodilatadores é frequente.No início da pandemia da COVID-19 em 2020 os órgãos de saúde e o governo federal estabeleceram regras de distanciamento e isolamento as quais, além de impedirem a propagação do vírus SARS-Cov 2, também foram responsáveis pela redução dos casos de bronquiolite, levando a mudanças epidemiológicas e mesmo terapêuticas nesta doença em questão. Contudo, com maior flexibilização do isolamento e o grande aumento das aglomerações no período pós-vacinas, é necessário analisar se haverá mudança nesse cenário epidemiológico com um possível aumento no número de casos registrados de BVA no Pronto Socorro Pediátrico do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu. | |
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