| Processo: | 24/03904-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Acordo de Cooperação: | Organização Holandesa para a Pesquisa Científica (NWO) |
| Pesquisador responsável: | Lucia da Conceição Andrade |
| Beneficiário: | Felipe Lima de Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/19433-0 - A poluição do ar é o motor do envelhecimento renal prematuro, AP.TEM |
| Assunto(s): | Envelhecimento Inflamação Nefrologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Envelhecimento | Inflamação | Pm2 | Senescência | 5 | Nefrologia |
Resumo O envelhecimento renal prematuro é um fator de risco para eventos adversos cardiovasculares, desenvolvimento de doença renal crônica (DRC) e progressão para doença renal terminal (ESRD). Mudanças epigenéticas, estresse oxidativo e inflamação crônica estão entre os mecanismos que mediam os efeitos adversos à saúde do PM2.5. Pesquisas sobre a interação entre exposição individual a PM2.5, respostas epigenéticas e envelhecimento renal prematuro é limitada. Nossa hipótese é que a exposição ao PM2,5 é um acelerador do envelhecimento dos diversos órgãos. Utilizando o modelo experimental de exposição de animais na Cabine de Exposição Contínua à Poluição do Ar (CECPA), identificaremos alterações no tecido renal camundongos expostos ao PM2.5. | |
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