| Processo: | 24/03571-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Karina Alves de Toledo |
| Beneficiário: | Anna Carollyna de Oliveira Bema |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunidade inata Própolis verde Infecções por vírus respiratório sincicial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Artepillin C | imunidade inata | própolis verde | Vírus Sincicial Respiratório | Imunidade viral |
Resumo O Vírus Sincicial Respiratório Humano (hRSV) é reconhecido como uma causa frequente de infecções respiratórias graves, especialmente entre crianças, idosos e indivíduos imunossuprimidos, apresentando altos índices de morbidade e mortalidade. Embora tratamentos e vacinas tenham sido desenvolvidos, suas aplicações são limitadas e ainda mantém parte da população vulnerável desprotegida. Nosso grupo de pesquisa tem se dedicado ao estudo do potencial antiviral de diferentes compostos contra o hRSV. Entre as substâncias investigadas, destacam-se diversos flavonoides, os quais também são majoritariamente encontrados na composição do própolis. O própolis verde apresenta diversas funções biológicas (antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana, antifúngica e imunomoduladores), dentre elas, a atividade antiviral. Diversas destas atividades têm sido atribuídas ao seu principal composto químico, a Artepillin C. Dados preliminares do nosso grupo demonstram que o própolis verde (rico em Artepillin C), mas não o própolis tubi (pobre em Artepillin C), apresenta atividade anti-hRSV. Diante do exposto e do escasso conhecimento acerca da atividade anti-hRSV do própolis verde, nosso objetivo principal com o desenvolvimento desta proposta é investigar o papel anti-hRSV do própolis verde e de seu principal componente químico, a Artepillin C. Para isso, avaliaremos a viabilidade das células A549 em protocolos destinados a investigar o impacto antiviral das amostras-teste sobre células e/ou partículas virais através de ensaios de MTT. Os resultados promissores obtidos serão confirmados por meio de ensaios de formação de placa, proporcionando insights valiosos para melhor compreender a eficácia e segurança de compostos naturais em aplicações médicas específicas e futuras. | |
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