| Processo: | 24/00403-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2024 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Fausto Bruno dos Reis Almeida |
| Beneficiário: | Lucas Fabrício Bahia Nogueira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/06794-5 - Vesículas Extracelulares Fúngicas: Imunomodulação e Comunicação Celular, AP.JP2 |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/07930-0 - Tratamentos Antifúngicos Cíclicos como Moduladores da Biogênese de Vesículas Extracelulares e Formação da Proteína Corona em Fluidos Biológicos, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Comunicação celular Imunomodulação Micoses Macrófagos Vesículas extracelulares Biologia celular e molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | comunicação celular | Imunomodulação | Infecções fúngicas | Macrófagos | proteína corona | vesículas extracelulares | Biologia Celular e Molecular |
Resumo O estudo das vesículas extracelulares (VEs) fúngicas é crucial para compreender as complexas interações patógeno-hospedeiro, especialmente diante do desafio crescente da resistência aos antifúngicos. As VEs desempenham papéis multifacetados, transportando moléculas biologicamente ativas e influenciando importantes mecanismos biológicos. Um número crescente de estudos tem investigado a ocorrência de um fenômeno conhecido como "proteína corona", resultante da adsorção espontânea e inespecífica de proteínas na superfície das VEs, influenciando assim suas funções. Este estudo sugere que proteínas do espaço extracelular podem adsorver e formar uma coroa de proteínas periféricas na superfície de VEs fúngicas, instigando a pesquisa sobre o papel dessa corona em infecções fúngicas, questionando se ela desempenha uma função biológica específica ou consiste apenas em proteínas contaminantes. A compreensão da influência dessas proteínas periféricas nas VEs é essencial para entender as interações patógeno-hospedeiro e o papel das VEs na modulação da resposta imunológica. Nesse contexto, a hipótese investigada destaca a influência da proteína corona nas interações das VEs fúngicas com o sistema imunológico do hospedeiro, sugerindo respostas e modificações nas propriedades biológicas dessas estruturas. O objetivo central é elucidar como a proteína corona em VEs de Paracoccidioides brasiliensis e Aspergillus fumigatus influenciam a atividade de macrófagos, desempenhando um papel crítico na resposta imunológica do hospedeiro durante infecções fúngicas. Para alcançar esses objetivos, propomos: (i) isolar, caracterizar e investigar a formação da proteína corona dessas VEs por meio da avaliação do perfil proteômico da superfície das VEs; (ii) isolar e identificar proteínas que compõem essa corona utilizando partículas magnéticas modificadas por anticorpos (dynabeads); (iii) verificar o papel da proteína corona na imunomodulação por macrófagos por meio do cultivo, utilizando tanto VEs com a corona removida quanto o sobrenadante contendo essas proteínas isoladas; (iv) comparar VEs de ambas as espécies fúngicas, identificando diferenças significativas na composição proteica e seu impacto na atividade de macrófagos. O desenvolvimento desta proposta de pós-doutoramento proporcionará uma compreensão mais profunda dos mecanismos da relação patógeno-hospedeiro, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas potenciais para o tratamento de infecções fúngicas. | |
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