| Processo: | 24/00855-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Laurence Marianne Vincianne Culot |
| Beneficiário: | Guilherme Henrique Mugnaini |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/06668-0 - Resiliência de primatas em uma paisagem antropizada, AP.BTA.JP2 |
| Assunto(s): | Conservação Dispersão de sementes Interação planta-animal Regeneração natural |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Conservação | Dispersão de propágulos de fungos | Dispersão de Sementes | interação animal-planta | Mico-leao-preto | Regeneração natural | Dispersão de sementes |
Resumo A dispersão zoocórica de sementes é um processo ecológico essencial para a manutenção das florestas tropicais no qual os primatas têm um papel fundamental. Além disso, existem outros potenciais papéis ecológicos dos primatas que ainda não foram investigados, como a dispersão de esporos de fungos micorrízicos arbusculares (FMA), que é uma função já evidenciada em outros mamíferos. Quando se trata de um bioma ameaçado pelas ações antrópicas, como a Mata Atlântica, entender esses processos e suas nuances se torna indispensável para a conservação e recuperação do ambiente. A Mata Atlântica abriga diversas espécies de primatas, muitas dessas espécies estão sob perigo de extinção. O mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) é endêmico desse bioma e se encontra classificado "em perigo" pela IUCN. Por conta dos poucos estudos com essa espécie e da recente descoberta de uma população no Parque Estadual Carlos Botelho é necessário realizar estudos sobre o papel que essa espécie tem em seu habitat. Em vista disso, os objetivos deste trabalho são: 1. Determinar as características das sementes dispersadas pelos micos; 2. Medir a distância de dispersão das sementes; 3. Testar o efeito da passagem das sementes pelo tubo digestório; 4. Investigar se eles dispersam propágulos de Fungos Micorrízicos Arbusculares (FMA) e se ocorre a co-dispersão desses fungos com sementes. Vou seguir um grupo de micos por cinco dias por mês ao longo de 12 meses, coletando todas suas fezes e anotando o comportamento dos indivíduos do grupo usando a amostragem por varredura a cada cinco minutos. Posteriormente irei fazer um experimento de germinação com as sementes encontradas nas fezes e também analisarei as fezes no microscópio à procura de propágulos FMA. Dessa maneira, pretendo definir o papel ecológico do mico como dispersor de sementes em uma floresta submontana e determinar se a espécie atua também como dispersora de FMA, o que seria o primeiro relato para uma espécie de primata. | |
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