| Processo: | 24/00027-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências |
| Pesquisador responsável: | Hugo de Oliveira Fagundes |
| Beneficiário: | Gustavo Ribeiro da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Amazônia Deposição de sedimentos Mudança climática Reservatórios Recursos hídricos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amazonia | Assoreamento | Modelagem Continental | Mudanças Climáticas | Mudanças de uso e cobertura do solo | reservatórios | Recursos Hídricos |
Resumo Estudos têm indicado que as taxas de erosão na América do Sul vêm aumentando, juntamente com o desmatamento, enquanto grande parte destes sedimentos ficam retidos em reservatórios. Estudos recentes mostraram que no futuro as mudanças climáticas também podem gerar grandes mudanças nos fluxos de sedimentos, o que pode até mesmo afetar a composição de águas da bacia Amazônica. Se essa tendência se mantiver, isso implica no fato que mais sedimentos ficarão aprisionados nos reservatórios, diminuindo a vida útil desses. Ao mesmo tempo se sabe que muitas mudanças têm acontecido, com eventos extremos cada vez mais frequentes. Em 2023 o Brasil bateu recordes de consumo de energia, e embora as energias solar e eólica estejam ganhando cada vez mais relevância, diversos empreendimentos para produção de energia hidrelétrica estão previstos. Uma forma de estimar a deposição de sedimentos em reservatórios seria realizando medições in situ, processo que é oneroso monetariamente. Uma outra forma, bem menos onerosa, é o emprego de modelos matemáticos de simulação dos fluxos de sedimentos. A modelagem também permite simular cenários futuros do que pode vir a ser uma realidade. Nesse contexto, o presente projeto busca investigar a situação atual do assoreamento de reservatórios, bem como entender como as mudanças futuras no clima, no uso e cobertura do solo e como a implantação de novos reservatórios podem afetar a dinâmica dos sedimentos e a vida útil de reservatórios, especialmente os reservatórios em cascata. Esses resultados podem fornecer dados fundamentais para tomadores de decisões de órgãos e empresas do setor elétrico, gestores ambientais e agentes políticos. | |
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