| Processo: | 24/04318-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História Antiga e Medieval |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Torres Megiani |
| Beneficiário: | Thiago Henrique Alvarado |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/02912-3 - Uma história conectada da Idade Média: comunicação e circulação a partir do Mediterrâneo, AP.TEM |
| Assunto(s): | Expansão Moda Portugal Vestuário |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Expansão | Leis Suntuárias | Moda | Portugal | Vestuário | História portuguesa séculos XV e XVI |
Resumo O objetivo do projeto é elaborar uma coleção documental das leis suntuárias promulgadas pelos monarcas portugueses entre os séculos XV e XVI. Expressão do lugar de cada pessoa na hierarquia e de um modo de viver, o vestido ocupava um lugar central nas sociedades estamentais. Ao longo dos séculos XV e XVI, o crescimento demográfico e econômico e a estabilidade política e social, que permitiram a expansão, primeiro, para a África, e, depois, para a Ásia, trouxeram a circulação de inúmeros bens luxuosos, como os panos de ouro e as sedas, e esse dinamismo se fez acompanhar de mobilidade social e de mudanças nos modos de vestir. Com o objetivo de assegurar as diferenças no vestido entre as pessoas, garantir a reverência devida a cada estado e preservar as finanças das famílias e do reino, os monarcas promulgaram as leis suntuárias. Tendo em vista a relevância dessas prescrições para a compreensão da circulação de bens, a hierarquização da sociedade e para a análise das relações entre direito e moral, o intuito principal deste projeto é fornecer subsídio para estudos sobre os modos de vestir em Portugal. Em um universo cada vez mais conectado, a análise do vestuário e das leis suntuárias contribui igualmente para a análise dos impactos da abertura de Portugal aos demais territórios, seja por meio de alianças matrimoniais, seja por alianças comerciais com reinos cristãos ou não. Nesse sentido, interessa interrogar como as aproximações com as outras nações, sobretudo a castelhana, e a abertura comercial, que possibilitou a importação de tecidos preciosos, como a seda, impactaram no modo de vestir de Portugal, e como essas leis, por aquilo que permitem ou proíbem, ajudam-nos a compreender os impactos diplomáticos, econômicos, políticos e sociais desse período de expansão. (AU) | |
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