| Processo: | 24/23552-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica |
| Pesquisador responsável: | Carlos Eduardo da Costa Touzarim |
| Beneficiário: | João Victor Marson Portes |
| CNAE: |
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais |
| Vinculado ao auxílio: | 24/08766-7 - Desenvolvimento de processo em fluxo contínuo para produção de um estrógeno de alta potência., AP.PIPE |
| Assunto(s): | Estradiol Estrógenos Estrona Síntese de fármacos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | estradiol | estrógeno | estrona | Síntese de fármacos | Síntese em Fluxo Contínuo | Sintese Farmoquímicos |
Resumo Dentre os hormônios esteroidais, podemos ressaltar os derivados da estrona. Eles são amplamente utilizados em formulações de medicamentos anticoncepcionais e reguladores hormonais, além do seu emprego na pecuária para a estimulação de cio e sincronização do período fértil dos animais. O mais relevante estrógeno bioativo derivado da estrona é o EL. Atualmente é categorizado como um fármaco de alta potência e alto valor agregado sendo que a sua produção é considerada de alto risco ocupacional e, até o presente momento, a totalidade de sua produção industrial é realizada em batelada. Nesse contexto, o presente projeto tem como principal objetivo o desenvolvimento de um processo em fluxo contínuo para a produção de EL via processo baseado em reações de redução. Pretende-se convergir vantagens inerentes à síntese orgânica em fluxo, como melhores taxas de transferência de calor e massa, aumento da produtividade devido à diminuição do período de inatividade e aumento da segurança operacional através de minimização de operações de manuseio de reagentes e produtos. Também é objetivo desta proposta, caracterizar fármaco obtido seguindo as diretrizes de qualidade exigidas pela Farmacopeia Americana (USP) e pela RDC 166 (ANVISA) e validar o processo de produção seguindo as normas/exigências das Boas Práticas de Fabricação (BPF) farmoquímicas, além das exigências de garantia de qualidade da International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use (ICH) e pela RDC 166 (ANVISA). | |
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