| Processo: | 25/02347-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 30 de maio de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 29 de maio de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica |
| Pesquisador responsável: | Renata de Britto Mari |
| Beneficiário: | Leticia Fernanda da Silva |
| Supervisor: | Rafael Trevisan |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Laboratoire Des Sciences De L'Environnement Marin, França |
| Vinculado à bolsa: | 22/12484-1 - Avaliação dos efeitos subletais de microfibras plásticas em associação ao antibiótico amoxicilina em ostras Crassostrea brasiliana, BP.DR |
| Assunto(s): | Fármacos Fibras Hemócitos Técnicas in vitro Ecotoxicologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bivalve | fármaco | fibras | Hemócitos | in vitro | modo de ação | ecotoxicologia |
Resumo As fibras sintéticas compreendem a fração mais significativa de microplásticos poluindo nossos oceanos, representando uma ameaça alarmante à vida marinha. Suas cargas significativas em águas residuais urbanas colocam em risco espécies e ecossistemas locais, mas também indicam que as fibras sintéticas podem interagir com outros contaminantes prejudiciais, como antibióticos, aumentando o risco para organismos marinhos. Este projeto avançará nossa pesquisa sobre avaliação e identificação dos impactos de microfibras têxteis e produtos farmacêuticos em invertebrados marinhos. Recentemente, identificamos a translocação de fibras sintéticas para o sistema circulatório (hemolinfa) de ostras e seus efeitos adversos na viabilidade de células imunológicas(hemócitos). Aproveitando a reconhecida expertise em biologia celular marinha do LEMAR, utilizaremos as células circulatórias da hemolinfa (hemócitos) de uma ostra modelo ecotoxicológica, Crassostrea gigas, para investigar os mecanismos de toxicidade e modos de ação de microfibras de poliéster contaminadas com o antibiótico amoxicilina. Seguindo nossos protocolos estabelecidos parapreparação e fortificação de fibras, coletaremos fibras do efluente de uma máquina de lavar comercial após a lavagem de tecidos de poliéster. Essas fibras serão então fortificadas in vitro com amoxicilina para simular as interações entre fibras têxteis e contaminantes urbanos. O desenho experimental incluirá quatro grupos de tratamento: um grupo de controle, fibras de poliéster, amoxicilina e fibras de poliéster fortificadas com amoxicilina. Iremos expor culturas primárias de hemócitos de C. gigas a estes tratamentos durante períodos de 1, 3 e 7 dias. Após a exposição, avaliaremos métricas como morfologia e viabilidade celular, atividade metabólica geral, índices de produção de energia, produção de espécies reativas de oxigênio, capacidade antioxidante e potencial de membrana mitocondrial. Também avaliaremosas respostas imunológicas, incluindo depuração bacteriana e taxas de fagocitose. Estaabordagem in vitro abrangente fornecerá novos mecanismos de toxicidade relacionados ao metabolismo celular, estresse oxidativo e imunologia em bivalves marinhos. Ele também fornecerá insights valiosos e técnicas inovadoras para o candidato e expandirá a rede de pesquisa do nosso grupo, levando a descobertas cruciais que aumentam nossa compreensão das ameaças representadas pela intersecção da poluição marinha e de águas residuais em ecossistemas costeiros. | |
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