| Processo: | 25/09528-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal |
| Pesquisador responsável: | Renee Laufer Amorim |
| Beneficiário: | Amanda Pereira dos Reis |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Aves aquáticas Indicadores biológicos Microplásticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aves costeiras | Aves marinhas | aves oceanicas | Bioindicadores | Microplásticos | Patologia de Animais Selvagens |
Resumo A crescente demanda por plásticos tem levado a um aumento significativo na sua deposição nos oceanos, com cerca de 10% da produção global atingindo o ambiente marinho. Esses materiais possuem baixa taxa de degradação e podem persistir por séculos, fragmentandose em microplásticos, que se dispersam amplamente nos ecossistemas. Os microplásticos podem originar-se da degradação de plásticos maiores ou serem diretamente introduzidos no ambiente, como os utilizados em produtos de higiene pessoal. Esses resíduos representam riscos à fauna marinha, sendo ingeridos por diversas espécies, causando intoxicações e impactos fisiológicos. Substâncias químicas liberadas pelos plásticos, como Bisfenol-A e ftalatos, afetam o crescimento, reprodução e comportamento dos organismos aquáticos. Aves marinhas e costeiras, que ingerem acidentalmente esses resíduos, são consideradas bioindicadores da poluição plástica nos oceanos. O objetivo deste estudo é avaliar a presença de microplásticos nas fezes de aves marinhas em reabilitação. Para isso, serão coletadas amostras de fezes 40 aves, 20 serão colhidas no dia da admissão da ave no CRAS, sendo 10 costeiras e 10 oceânicas e outras 20, que estejam sob cuidados humanos há 10 dias, sendo 10 costeiras e 10 oceânicas. A análise será realizada conforme a técnica descrita por Prata et al. (2022), com apoio do Instituto Biopesca, Praia Grande, SP. Diante desse problema, é essencial intensificar estudos sobre a contaminação por microplásticos no litoral brasileiro, contribuindo para políticas públicas e para a preservação dos oceanos, conforme o ODS 14 da ONU. | |
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