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Efeito da restrição energética contínua com probióticos na composição bacteriana intestinal e sua relação com gasto energético de repouso e termogênese adaptativa em homens com obesidade: ensaio clínico, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo

Processo: 25/16276-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de junho de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Pesquisador responsável:Marcus Vinicius Lucio dos Santos Quaresma
Beneficiário:Catarina Bortoloto França Ferracini
Instituição Sede:Centro Universitário São Camilo (CUSP). Campus Ipiranga. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Microbioma gastrointestinal   Obesidade   Probióticos   Restrição calórica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:microbiota intestinal | obesidade | probioticos | restrição calórica | Termogênese adaptativa | Obesidade e metabolismo energético

Resumo

A prevalência mundial da obesidade vem aumentando nos últimos anos. A sua fisiopatologia é multifatorial, sendo a sua causa mais atribuída o desequilíbrio entre a ingestão calórica e o gasto energético (GE). No entanto, evidências recentes acrescentam que a microbiota intestinal (MI) é um fator potencializador para o desenvolvimento da obesidade, uma vez que a MI modula o metabolismo energético. Logo, propor estratégias capazes de promover sua modulação podem ser relevantes na prevenção e/ou tratamento da obesidade. O objetivo do presente estudo será avaliar o efeito da suplementação probiótica associada à restrição calórica e o potencial impacto da MI sobre o GE de repouso (GER) e a termogênese adaptativa (TA) de homens adultos vivendo com obesidade. É um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, de 2 grupos paralelos em indivíduos adultos jovens com obesidade grau I. A amostra foi composta por 40 pessoas para a avaliação do GER e da TA. O período de intervenção foi de 12 semanas de suplementação probiótica ou placebo com restrição calórica. Todas as avaliações foram realizadas no momento inicial, após 4, 8 e 12 semanas. A análise estatística foi realizada de acordo com o comportamento dos dados, sendo utilizado testes paramétricos e não paramétricos quando adequado. Por se tratar de um estudo secundário, os dados avaliados indicaram que não houve atenuação da TA, porém o impacto da MI não foi avaliado na resposta metabólica, portanto o estudo é necessário para esclarecer o potencial impacto da MI.

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