| Processo: | 25/04774-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Doris Hissako Matsushita |
| Beneficiário: | Bruna de Oliveira Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Desenvolvimento fetal Doenças periodontais Epigenômica Inflamação Periodontia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | desenvolvimento fetal | doença periodontal | epigenética | Inflamação | Memória Epigenética Transgeracional | Periodontia |
Resumo A hipótese da programação fetal sugere que estímulos ou agressões durante a vida intrauterina podem resultar em alterações permanentes na fisiologia e metabolismo da descendência, aumentando o risco de doenças na vida adulta. Além disso, podem promover herança epigenética intergeracional e transgeracional de doenças e fisiologia anormal. Estudos anteriores demonstraram que a doença periodontal (DP) materna foi capaz de promover resistência insulínica, diminuir sinal insulínico, ativar vias inflamatórias, diminuir conteúdo/expressão de GLUT4 e modular 11 miRNAs em sua prole (F1) em tecido muscular esquelético. Até o momento, não há informações disponíveis sobre o impacto das alterações inflamatórias maternas na sensibilidade, sinal insulínico e inflamatório na descendência intergeracional (F2) e transgeracional (F3) de ratas com DP. Tais achados evidenciam a necessidade de realizar mais estudos para verificar se esses efeitos serão transferidos por meio da linhagem germinativa masculina para as gerações subsequentes a serem examinadas. Portanto, os objetivos do presente estudo serão avaliar se as alterações encontradas na geração F1 (proles de ratas com doença periodontal) são transferidos através da linhagem germinativa masculina para as gerações F2 e F3. As variáveis a serem investigadas incluem: a) peso ao nascimento; b) glicemia e insulinemia; c) conteúdos de GLUT4 e de TNF-¿ em tecido muscular esquelético gastrocnêmio (MG); d) fosforilação das proteínas da via inflamatória (IKK¿/¿, NF-¿B p65, NF-¿B p50) em MG; e) o grau de fosforilação em tirosina da pp185 e em serina da Akt (antes e após o estímulo insulínico) em MG; f) conteúdo plasmático de citocinas IL-6 e TNF -¿. Para tanto, as ratas mães (F0) serão divididas em dois grupos: 1) com DP, no qual esta doença será induzida por meio de ligadura com fio de seda ao redor do 1º molar inferior; 2) ratas controle CN. Após 7 dias da colocação da ligadura, as ratas de ambos os grupos serão colocadas para acasalamento. Quando os filhotes machos (F1) destas ratas completarem 75 dias, serão colocados para acasalamento com ratas Wistar saudáveis até a geração F3. Serão avaliados em ratos adultos machos (gerações F2 e F3, aos 75 dias de vida) os experimentos: a) glicemia e insulinemia (pela técnica de glicose-oxidase e ELISA respectivamente); b) conteúdo de GLUT4 e TNF-¿ em MG; c) fosforilação das proteínas da via inflamatória; d) o grau de fosforilação em tirosina da pp185 e em serina da Akt em MG; (pela técnica de western blotting); e) concentração plasmático de citocinas IL-6 e TNF -¿ (ELISA KIT). | |
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