| Processo: | 25/20352-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia |
| Pesquisador responsável: | Mabelle de Freitas Monteiro |
| Beneficiário: | Melina Zambrotti Machado Donatoni |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anexina A1 Imunomodulação Periodontite |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anexina A1 | Imunomodulação | Periodontite | pró-inflamação | resolução da inflamação | Periodontia |
Resumo A periodontite consiste em uma doença inflamatória crônica resultante do desequilíbrio entre a resposta imunoinflamatória do hospedeiro e o biofilme dentário. Com isso, torna-se fundamental investigar abordagens que possibilitem uma melhor compreensão dessa patologia. Nesse contexto, destaca-se a Anexina A1 (ANXA1), uma proteína moduladora da resposta inflamatória, predominantemente expressa em células do sistema imunológico, responsável pela manutenção da homeostase tecidual e pró-resolução inflamatória. Embora seu papel seja bem estabelecido em patologias sistêmicas, seu impacto no contexto odontológico permanece pouco explorado, sendo crucial seu aprofundamento para o desenvolvimento de estratégias diagnósticas e terapêuticas inovadoras para a periodontite. Assim, o objetivo deste estudo será avaliar o efeito de moléculas moduladoras da ANXA1 em fibroblastos gengivais expostos ou não a um estímulo inflamatório. Para a execução do presente estudo, serão utilizadas células de origem primária coletadas de pacientes periodontais saudáveis em estudos prévios. As células obtidas serão submetidas ao cultivo in vitro, seguido da análise de viabilidade celular, a fim de assegurar a qualidade do material biológico. Posteriormente, as células serão expostas a um indutor de inflamação universal (PMA), e o uso de moléculas moduladoras da ANXA1, um bloqueador de ANXA1 (Anticorpo monoclonal neutralizante anti-ANXA1) e uma suplementação dessa proteína (peptídeo AC2-26), previamente organizados em seis grupos experimentais para avaliar as modulações que ocorrem a nível celular de acordo com os níveis de ANXA1 no meio e na presença ou ausência de inflamação. Em seguida, será realizado o isolamento do RNA tecidual e o ensaio RT-PCR para avaliação da expressão gênica, complementado por análises imunoenzimáticas. Por fim, os dados serão submetidos à análise estatística, inicialmente pelo teste de Shapiro-Wilk para avaliar a normalidade dos dados. Em seguida, testes paramétricos (ANOVA) ou não-paramétricos (Kruskall-Wallys e Mann-Whitney) serão utilizados. O nível de significância adotado será de 5%. | |
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