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Expressão de microRNAs plasmáticos em uma coorte de pacientes com paraplegia espástica hereditária do tipo 4 (SPG4)

Processo: 25/21786-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2027
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Marcondes Cavalcante Franca Junior
Beneficiário:Karen Mei Chu
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:21/06739-4 - Investigação de causas, biomarcadores e terapias para axono/neuronopatias motoras, AP.JP2
Assunto(s):Biomarcadores   MicroRNAs   Paraplegia espástica hereditária   Neurologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biomarcador | MicroRNAs | Paraplegia espástica hereditária | Neurologia

Resumo

A Paraplegia Espástica Hereditária do Tipo 4 (SPG4) é o tipo mais comum das Paraplegias Espásticas Hereditárias (HSP), um grupo clinicamente e geneticamente heterogêneo de doenças neurodegenerativas, tendo como principal característica a degeneração dos axônios do trato corticoespinhal, que causa fraqueza e espasticidade progressiva dos membros inferiores. Apesar da incidência mundial de 3,6 casos a cada 100.000 indivíduos, ainda não se tem tratamentos definitivos para a melhora da condição. A ausência de biomarcadores objetivos, sensíveis e não invasivos, de forma que possam ser utilizados para o monitoramento de progressão da doença e avaliação de resposta em ensaios clínicos, se tornam um obstáculo para o desenvolvimento de novas terapias. Os microRNAs (miRNAs) podem ser indicados como promissores biomarcadores de prognósticos, uma vez que já vem sendo explorados nas doenças neurológicas, como na Esclerose Lateral Amiotrófica (ALS) e Ataxia de Friedreich (FA), condições já estudadas com a associação de miRNAs em nosso grupo. Com isso, neste projeto iremos caracterizar o perfil de expressão de miRNAs em plasma de pacientes com SPG4 e compará-los com controles pareados, de forma que possamos identificar miRNAs anormalmente expressos em pacientes e caracterizar seus correlatos clínicos. A análise do miRNA será feito por RNAseq, técnica de Sequenciamento de Nova Geração (NGS). Os miRNAs diferencialmente expressos serão validados pela técnica de RT-qPCR (Reverse Trancription Quantitative PCR). Espera-se que os miRNAs anormalmente expressos identificados no estudo possam ser úteis para a estratificação e acompanhamento dos pacientes através de futuros estudos clínicos.

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