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Correlações entre a concentração de frutosamina sérica, severidade da doença e a recuperação de ovinos com verminose gastrointestinal

Processo: 25/11267-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Fabio Celidonio Pogliani
Beneficiário:Carlos Eduardo Juliatto
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Metabolismo energético
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Metabolismo energético | Nematódeos | parasitoses | Pequenos ruminantes | Clínica de ovinos

Resumo

A ovinocultura, brasileira e mundial, enfrenta atualmente um grande desafio sanitário: as verminoses gastrointestinais, responsáveis por consideráveis perdas produtivas e econômicas, especialmente pela redução no ganho de peso e mortalidade dos animais. Agravando esse cenário, a crescente resistência dos endoparasitas aos antiparasitários disponíveis dificulta seu controle eficaz nos rebanhos. Considerando a frutosamina, molécula que reflete alterações glicêmicas e proteicas em período pregresso, o presente estudo vai investigar o comportamento da frutosamina sérica em ovinos sadios, infectados, doentes e durante o processo de recuperação clínica após o tratamento contra verminose gastrointestinal. Busca-se verificar as correlações da frutosamina com a intensidade da doença e a velocidade de recuperação dos animais, contribuindo para elucidar as alterações do metabolismo energético na fisiopatogenia das verminoses gastrintestinais em ovinos e potencialmente contribuir para aprimorar o tratamento e recuperação dos animais. Após triagem, serão selecionados 20 ovinos sadios (grupo controle) e 20 ovinos infectados e doentes (grupo experimental). Os animais doentes serão tratados e, juntamente com os sadios, monitorados por meio da determinação dos parâmetros vitais, hematócrito, proteína total, OPG, coprocultura, glicemia e a concentração sérica de albumina e frutosamina durante 60 dias. A hipótese é de que os animais que apresentarem as concentrações adequadas de frutosamina irão demonstrar menor intensidade dos sintomas e da infecção e resposta mais rápida ao tratamento, com recuperação mais rápida do peso vivo, hematócrito, albumina e proteínas totais.

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