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Efeito da melatonina na sensibilidade à insulina e no sinal inflamatório em ratos com lesão endo-periodontal verdadeira

Processo: 25/10826-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2027
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:Doris Hissako Matsushita
Beneficiário:Marco de Luca Monteiro Sturaro
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças periodontais   Inflamação   Melatonina   Periodontite periapical   Endocrinologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:doença periodontal | Inflamação | melatonina | Periodontite apical | sinalização insulínica | Endocrinologia

Resumo

Atualmente, está bem estabelecido na literatura que inflamações crônicas orais, como a Periodontite Apical (PA) e a Doença Periodontal (DP) podem ocasionar desordens sistêmicas. A Lesão Endo-periodontal verdadeira (LEP) é um processo infecto inflamatório ocasionado pela associação dessas duas condições. Estas doenças bucais estão associadas com o aumento de citocinas pró inflamatórias que ativam vias intracelulares relacionadas com a atenuação do sinal insulínico e consequente desenvolvimento de resistência insulínica. Ademais, sabe-se que a melatonina (MEL) é um hormônio com propriedades anti-inflamatórias. Evidências científicas demonstram que a MEL melhora a sensibilidade à insulina de ratos com PA ou DP. Nesse contexto, tornou-se fundamental investigar se ratos adultos com LEP verdadeira também podem desenvolver alterações sistêmicas assim como a PA ou DP, avaliadas separadamente, e se a associação destas doenças pode promover alterações mais pronunciadas. Diante desse contexto, se faz necessário avaliar a influência da suplementação de MEL sobre um processo infecto-inflamatório localizado como a LEP verdadeira. Para tanto, 96 ratos Wistar (2 meses) serão distribuídos em 8 grupos: 1) ratos controle (CN); 2) ratos com PA (PA); 3) ratos com DP (DP); 4) ratos com LEP (LEP); 5) ratos CN suplementados com MEL (CNM); 6) ratos com PA suplementados com MEL (PAM); 7) ratos com DP suplementados com MEL (DPM); 8) ratos com LEP suplementados com MEL (LEPM). As PAs serão induzidas no primeiro molar superior direito, por meio da exposição do tecido pulpar ao meio bucal, empregando-se broca em aço carbono dotada de esfera de 0,1 mm na extremidade. As DPs serão induzidas no segundo molar superior direito por meio de ligadura com fio de seda estéril. Após 30 dias da indução das inflamações orais (PA, DP e LEP verdadeira), os animais dos grupos MEL serão suplementados com melatonina (5 mg/Kg, por meio de gavagem) por 60 dias. Após este período, serão realizadas as seguintes avaliações de: 1) glicemia; 2) insulinemia; 3) resistência à insulina (HOMA-IR); 4) via inflamatória; 5) concentrações plasmáticas de citocinas inflamatórias. As análises estatísticas serão realizadas por análise de variância (ANOVA) seguida pelo teste de Tukey (p<0,05).

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