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Estudo experimental com o Function Acquisition Speed Test para acessar preconceitos em crianças com autismo

Processo: 25/08087-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2029
Área de conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Nassim Chamel Elias
Beneficiário:Weslen Chaves Rodrigues
Instituição Sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Crianças   Preconceito   Transtorno do espectro autista   Análise experimental do comportamento
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:atitudes explícitas | atitudes implícitas | crianças | Fast | preconceito | Transtorno do Espectro Autista | Análise Experimental do Comportamento

Resumo

O preconceito, seja de natureza racial ou de gênero, é um fenômeno que pode se manifestar tanto em atitudes explícitas quanto implícitas, moldando comportamentos sociais desde a infância. Estudos anteriores indicam que crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem processar informações sociais de maneira distinta, o que levanta questões sobre como essas crianças desenvolvem e expressam preconceitos. Este projeto de pesquisa propõe investigar a manifestação de preconceitos implícitos e explícitos em crianças com TEA, em comparação com crianças de desenvolvimento típico. Serão recrutados 80 participantes, divididos em dois grupos: 40 crianças com TEA e 40 com desenvolvimento típico, pareados por idade, gênero e QI. As atitudes implícitas serão medidas pelo Function Acquisition Speed Test (FAST), enquanto as atitudes explícitas serão avaliadas por escalas de autorrelato, como a Modern Racism Scale (MRS) e a Modern Sexism Scale (MSS). Além disso, o Critério Brasil será utilizado para avaliar a condição socioeconômica dos participantes, e o Social Responsiveness Scale - Second Edition (SRS-2) para determinar o nível de suporte necessário para as crianças com TEA. A hipótese central é que as crianças de ambos os grupos exibirão preconceitos implícitos, com alguma atenuação nas crianças autistas e com diferenças esperadas na expressão de atitudes explícitas, possivelmente devido a variações na internalização das normas sociais. Esta pesquisa busca verificar se o procedimento FAST é útil para medir relações entre estímulos sociais com populações neurodivergentes, além de aprofundar o entendimento sobre o preconceito em crianças com TEA, contribuindo para a criação de intervenções mais eficazes e na promoção de igualdade e inclusão social.

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