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Efeitos do modelo de treinamento Viver Alto - Treinar Baixo sobre o conteúdo proteico de UCP-1 e PGC-1a em tecidos adiposos marrom e branco

Processo: 25/22667-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Pesquisador responsável:Claudio Alexandre Gobatto
Beneficiário:Beatriz de Oliveira
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:23/02728-3 - Hipóxia e treinamento físico: implicações sobre o desempenho esportivo e a saúde, AP.TEM
Assunto(s):Hipóxia   Coativador 1-alfa do receptor gama ativado por proliferador de peroxissomo   Treinamento aeróbio
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:hipóxia | PGC-1a | Tecido adiposo branco e marrom | treinamento físico aeróbio | Ucp-1 | Velocidade critica | Nutrição e Exercício Físico

Resumo

A exposição a ambientes hipóxicos têm grande impacto no metabolismo, podendo levar a alterações nos processos fisiológicos e biológicos do organismo. Nesse sentido, o modelo de treinamento "Viver Alto-Treinar Baixo" (VA-TB), que associa o treinamento físico em normóxia à exposição habitacional em hipóxia, tornou-se muito atrativo por estimular adaptações positivas aos atletas que visam a melhora do rendimento à nível do mar, em especial pela manutenção da intensidade do exercício. Somado a esses fatores, tanto a hipóxia quanto o treinamento físico, mostram-se efetivos no escurecimento do tecido adiposo branco, uma vez que estimulam a expressão da UCP-1 e PGC-1a, promovendo a proliferação adiposa bege, que se difere dos adipócitos clássicos branco e marrom. Todavia, não está esclarecido se a associação do exercício crônico de caráter aeróbio e o ambiente hipóxico são capazes de aumentar a expressão de PGC-1a e UCP-1, bem como estimular o escurecimento do tecido adiposo. Dessa maneira, o presente estudo visa investigar, em camundongos C57BL/6J, o efeito de 6 semanas de treinamento em normóxia associado a exposição à hipóxia (VA-TB), sobre o conteúdo proteico de UCP-1 e PGC-1a dos tecidos adiposos branco e marrom. Para isso, serão utilizados 40 camundongos isogênicos C57BL/6J, divididos em 4 grupos, sendo eles normóxia/não-treinado (Nx/N, n=10), normóxia/treinado (Nx/T, n=10), hipóxia/não-treinado (Hx/N, n=10) e hipóxia/treinado (Hx/T, n=10). As sessões de treinamento acontecerão 5 vezes na semana, sendo as sessões com 40 minutos de duração, com prescrição do treinamento baseada no protocolo de velocidade crítica (Vcrit), definida em 80% da iVcrit. Após as 6 semanas, os animais serão eutanasiados, com posterior análise do conteúdo proteico de UCP-1 e PGC-1a (Western Blotting). Por fim, a análise de variância (ANOVA two way) será empregada para avaliar a influência do treinamento físico e da exposição a hipóxia frente ao conteúdo de UCP-1 e PGC-1a nos tecidos adiposos branco e marrom. Quando necessário, teste pós-hoc de Newman-Keuls será aplicado. Correlações entre as variáveis dependentes serão realizadas pelo teste de Pearson. Em todos os casos, a significância será prefixada para P<0,05.

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