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Pesquisa das causas da não adesão ao seguimento de um programa de rastreamento organizado de câncer colorretal implementado no Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Processo: 25/22396-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Adriana Vaz Safatle-Ribeiro
Beneficiário:Camila Ferreira Fabres
Instituição Sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias colorretais   Colonoscopia   Rastreamento   Cirurgia colorretal
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:câncer colorretal | Colonoscopia | pólipo adenomatoso | Rastreamento | Teste de sangue oculto | teste imunoquímico fecal | Coloproctologia

Resumo

O câncer colorretal (CCR) é o terceiro tipo de câncer mais comum no Brasil segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Os pólipos adenomatosos são lesões precursoras da neoplasia e levam em média 10 a 15 anos para evoluírem para CCR, sendo esse intervalo de tempo uma janela de oportunidade para a realização do rastreamento. O rastreamento do CCR reduz a incidência de doença avançada e a mortalidade pela neoplasia, uma vez que detecta as lesões em estágios mais iniciais, sendo a colonoscopia um exame utilizado simultaneamente para diagnóstico e para tratamento. O U.S. Multi-Society Task Force of Colorectal Cancer (MSTF) recomenda fortemente o rastreamento de indivíduos com idade entre 50 e 75 anos, por meio da realização de pesquisa de sangue oculto nas fezes anualmente e de colonoscopia a cada 10 anos. Diante da ausência de um programa populacional de rastreamento organizado de CCR no Brasil, um projeto está sendo desenvolvido com os colaboradores do Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), em que os pacientes realizam pesquisa de sangue oculto nas fezes (gPSOF ou FIT) e, diante de resultado positivo, seguem para colonoscopia. Considerando que a taxa de adesão à colonoscopia após a positividade na PSOF entre março de 2021 e dezembro de 2024 esteve abaixo da meta estabelecida como desejável, esta pesquisa pretende investigar a não adesão e, consequentemente, encontrar alternativas para promover aumento da aderência ao projeto.

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