| Processo: | 07/08498-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Valéria Paula Sassoli Fazan |
| Beneficiário: | Caroline Echavarria Rodrigues Jordão |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Microscopia eletrônica Morfometria Sistema nervoso periférico Nervo frênico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diabete Experimental | Fibras amielínicas | Microscopia Eletrônica | Morfologia | Morfometria | Nervo Frênico | Microscopia |
Resumo A neuropatia periférica é uma das mais freqüentes complicações do diabete humano. As alterações descritas são perda de fibras nervosas, degeneração axonal e desmielinização segmentar. Em modelos experimentais de diabete, evidências morfológicas e funcionais de neuropatia periférica tem sido descritas. Diferentemente da neuropatia diabética humana, as alterações experimentais sugerem principalmente uma axonopatia e, as lesões na mielina são descritas como secundárias a alteração axonal. Das neuropatias periféricas, a neuropatia do nervo frênico tem sido cada vez mais reconhecida. Resultados prévios do nosso laboratório demonstraram que as fibras mielínicas do nervo frênico de ratos com diabete experimental crônico, induzido pela estreptozotocina (STZ), apresentam sinais morfológicos e morfométricos de atrofia axonal. Entretanto, é amplamente conhecido que o diabete, tanto humano, quanto experimental, pode cursar com uma neuropatia de fibras finas, que culmina com perda dessas fibras. O nervo frênico é o principal nervo envolvido na respiração, sendo o único suprimento motor para o diafragma. Embora o nervo frênico contenha grande número de fibras motoras de grande calibre (sabidamente comprometidas no diabete experimental crônico induzido pela STZ, como mostrado previamente em nosso laboratório), ele também contém fibras mielínicas finas e fibras amielínicas, relacionadas ao sistema nervoso autonômico, que podem estar afetadas no diabete. Em nossos resultados prévios, a investigação dos efeitos da neuropatia diabética no nervo frênico foi realizada em nível de microscopia de luz. Assim somente foi possível determinar alterações nas fibras mielínicas, principalmente as de grande calibre. Para a investigação das fibras finas e, principalmente as fibras amielínicas, se faz necessário um estudo em nível de microscopia eletrônica de transmissão. Dessa forma, o presente projeto propõe a investigação, no nervo frênico de ratos, da neuropatia diabética experimental crônica, induzida pela STZ, em nível de microscopia eletrônica de transmissão, com a realização da morfometria das fibras amielínicas. | |
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