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O bagaço da cana-de-açúcar em combinação com folhas caulinares de bambu para seu emprego em chapas de partículas

Processo: 09/52331-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Rosane Aparecida Gomes Battistelle
Beneficiário:Gisele de Jesus Santos
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Bambu   Bagaço de cana-de-açúcar   Chapa de partículas

Resumo

Com a questão ambiental em pauta nos dias atuais e a crescente preocupação da comunidade mundial com o uso indiscriminado dos recursos naturais cada dia mais escassos, aumenta também, no setor cientifico, a procura por novos materiais que sejam ecologicamente corretas, além de economicamente viáveis. Existe uma problemática em tomo da destinação dos resíduos provenientes da colheita e do processamento da cana não utilizados na produção de energia ou em outras indústrias como a química e papel, além da sua utilização em rações animais. Destes fatores advém a importância de novas pesquisas em busca de novas técnicas que possam gerenciar o despejo desse material, utilizando-os em novos materiais e visando preservar os recursos naturais tão seriamente ameaçados nos dias atuais. Dessa preocupação, surgiram algumas pesquisas voltadas para a utilização de diversos resíduos em chapas de partículas, tais como as realizadas por MIYAZATO (2005) e SANTOS (2004), e outros voltados para o emprego do bagaço de cana-de-açúcar, como o desenvolvido por CATOSSE (2008). Dando seqüência a tais pesquisas, pretende-se, neste trabalho, produzir chapas nos traços 100%, 80%, 60%, 30%, 10% e 0%, utilizando-se, em proporções pré-estipuladas, o bagaço da cana-de-açúcar em conjunto com folhas caulinares de bambu previamente trituradas, peneiradas, misturadas à resina uréia formaldeído e posteriormente prensadas. Em seguida, as chapas serão avaliadas quanto ao desempenho mecânico e acústico, sendo submetidas a ensaios normalizados para determinar o coeficiente de absorção de água, teor de umidade, massa especifica, resistência à flexão estática e resistência à tração paralela ás fibras. (AU)