| Processo: | 09/52388-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Eurico de Arruda Neto |
| Beneficiário: | José Luiz Proença Módena |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 08/50617-6 - Estudos sobre vírus emergentes incluindo arbovirus, robovirus, vírus respiratórios e de transmissão congênita, no Centro de Pesquisa em Virologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, AP.TEM |
| Assunto(s): | Bocavirus humano Carga viral Reação em cadeia da polimerase em tempo real |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bocavirus Humano | Carga Viral | Deteccao De Rnam | Hipertrofia Adenoamigdaliana | Pcr Em Tempo Real | Sitio Replicativo |
Resumo O bocavirus humano (HBoV) é um parvovirus recentemente identificado em associação com sintomas de infecção do trato respiratório. Esse vírus tem genoma de aproximadamente 5217 nucleotídeos com 3 "open reading frames" que codificam 4 proteínas (NS1, NP-1, VP-1 and VP-2). HBoV não é cultivável e tem sido detectado por PCR em amostras respiratórias de diversas partes do mundo, incluindo Austrália, América do Norte, Europa, Ásia e África, o que sugere uma distribuição global desse vírus. Entretanto, muito pouco se sabe sobre a sua biologia, incluindo mecanismos de patogenicidade. Não existem modelos experimentais de infecção in vivo por HBoV e não se conhece seus sítios replicativos. Recentemente foi relatada alta freqüência de detecção prevalência desse vírus em crianças com inflamação de adenóides e amígdalas encaminhadas para remoção cirúrgica desses tecidos, sugerindo a existência de uma relação entre HBoV e a hipertrofia adenoamigdaliana. Foi demonstrado também que HBoV pode ser detectado por PCR em tempo real em linfócitos desses tecidos. Sabe-se ainda que para o parvovirus bovino, as tonsilas nasofaringes e palatinas servem como sítio inicial de replicação viral. Desse modo, nós objetivamos, nesse projeto, determinar a freqüência, a carga viral e a presença de replicação de HBoV em pacientes com hipertrofia adenoamigdaliana. Nós pretendemos, ainda, clonar e expressar em grande quantidade a proteína VP2 desse vírus, de maneira que ela possa ser utilizada para produção de anticorpos anti-HBoV em coelho. Esses anticorpos serão utilizados em ensaios de imunohistoquímica, imunofluorescência e citometria de fluxo (FACS) para detecção de supostos nichos replicativos de HBoV nas adenóides e amígdalas de pacientes com inflamação crônica desses tecidos. (AU) | |
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