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Osseointegração de implantes de titânio instalados em defeitos ósseos circunferenciais tratados com Bio-Oss,® fosfato tri-cálcio ou osso autógeno: estudo da influência do tempo de reparo sobre a histologia, histomorfometria e estabilidade de implantes

Processo: 10/05596-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2010
Vigência (Término): 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Luiz Antonio Salata
Beneficiário:Carla Gabaldo Pessoa dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Enxerto ósseo   Matriz óssea   Bio-Oss   Biomateriais   Implantes dentários de titânio   Transplante autólogo   Ósseointegração

Resumo

Procedimentos de implante imediato ou na insuficiência de tecido ósseo do rebordo alveolar podem requerer a utilização de biomateriais osseoindutores ou osseocondutores. O osso orgânico bovino (Ob) (Bio-Oss®, Geistlich Biomaterials AG, Wolhusen, Switzerland), e o fosfato tri-cálcio (Ft) (Straumann" Bone Ceramic, Straumann, Basel, Suíça) têm sido utilizados com esse propósito. O objetivo do estudo é comparar esses biomateriais, utilizando o osso autógeno (Oa) como controle, em duas situações clínicas: I) uso dos biomateriais imediatamente após a instalação dos implantes (OsseoSpeed", Astra Tech AB, Molndal, Sweden) e II) instalar os implantes após um período de cicatrização de defeitos preenchidos com os biomateriais. Seis cães serão submetidos a extrações dos premolares e primeiros molares inferiores. Após dois meses, quatro defeitos ósseos serão criados com trefina em um lado da mandíbula, que serão preenchidos com Ob, Ft, Oa ou coágulo, distribuídos aleatoriamente. Após dois meses, quatro defeitos serão confeccionados no lado contralateral e um implante será instalado em cada defeito, sendo estes preenchidos com os mesmos biomateriais. Na mesma sessão, no lado oposto, os defeitos cicatrizados receberão os implantes. Após dois meses, os animais serão sacrificados. A estabilidade dos implantes será medida por meio da análise de freqüência de ressonância (RFA) (Osstell", Osstell AB, Gotemburgo, Suécia) no momento da instalação e logo após eutanásia. A área dos defeitos ósseos será removida e preparada para análise histológica e histométrica em microscópio (Leica Microsystems Wetzelar GmBH, Alemanha). Os dados serão submetidos à análise estatística Kruskal-Wallis ANOVA. (AU)