| Processo: | 10/07973-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Débora Bevilaqua Grossi |
| Beneficiário: | Carina Ferreira Pinheiro de Araújo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neurologia Fisioterapia Equilíbrio postural Transtornos de enxaqueca Enxaqueca com aura Enxaqueca sem aura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aura | equilíbrio | fisioterapia | migrânea | Saúde Funcional | Neurologia |
Resumo A migrânea, cefaleia primária com significativo impacto na qualidade de vida da população, pode ser acompanhada pelo fenômeno de aura, sendo esta a causa de queixas freqüentes de sintomas vestibulares, como vertigem, desequilíbrio estático e dinâmico. A Depressão Cortical Alastrante, infartos da circulação posterior do cerebelo, disfunções nos canais de cálcio e nas enzimas de sódio e potássio e diminuição sináptica do trato vestibuloespinal lateral, comuns nos pacientes migranosos com aura, são responsáveis por alterações de equilíbrio, aumentando a oscilação do indivíduo na posição ortostática. Apesar dessas alterações e sintomas na serem descritos na literatura, ainda não é definido se a presença de aura exacerba tais características a nível funcional. O objetivo deste estudo é avaliar o equilíbrio dinâmico, a mobilidade funcional e a percepção de equilíbrio de pacientes com Migrânea com Aura, comparados aos migranosos sem Aura, através do teste Timed Up And Go, da Escala de Equilíbrio de Berg e do Dizziness Handicap Inventory. Um examinador cego quanto ao diagnóstico avaliará 40 pacientes, divididos em dois grupos de 20 indivíduos, Migrânea com Aura e Migrânea sem Aura, diagnosticados por um neurologista especialista conforme a Classificação Internacional de Cefaleia, que refiram entre 6 e 14 crises por mês. Não participarão deste estudo pacientes com uso de dispositivo auxiliar, distúrbios de marcha causados por disfunções neurais e/ou músculo-esqueléticas, histórico de doença otológica, diagnóstico de outros tipos de cefaleia, relato de vertigem fora da crise migranosa e IMC e 30. A partir das evidências de que a aura comprometa o quadro do paciente migranoso, estratégias preventivas podem ser elaboradas para o tratamento destes pacientes (AU) | |
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