| Processo: | 10/10320-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 09 de setembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 15 de abril de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História das Ciências |
| Pesquisador responsável: | Nelio Marco Vincenzo Bizzo |
| Beneficiário: | Nelio Marco Vincenzo Bizzo |
| Pesquisador Anfitrião: | Luca Ciancio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Educação (FE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Università degli Studi di Verona, Itália |
| Assunto(s): | História da ciência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | História da biologia | História da ciência | Setecento Vêneto | Tempo Geológico | Tempo Profundo | História da Geologia |
Resumo A geologia nascente do século XVII-XVIII lidou com diferentes tendências, que envolviam em graus diferentes a intervenção divina na modelagem do relevo. Na Inglaterra, os sistemas científico-teológicos de Burnet, Whiston e Woodward podem ser tomados como referências do que viria a ser a crítica de Charles Lyell, ao tratar como verdadeira denúncia, o recurso a milagres para explicar as lacunas de explicações falaciosas. Após sua viagem ao continente e, em particular à Itália em 1828, Lyell reconheceu que a Geologia tinha avançado muito e que escritos mais que centenários deveriam ser recuperados de maneira a resgatar os avanços da área. Esses avanços haviam ocorrido sobretudo na Itália, onde se destacavam os trabalhos de Giovanni Arduino, considerado o pai da geologia italiana. No entanto, outros autores tiveram contribuição substancial e são pouco conhecidos, sobretudo no contexto educacional, como os trabalhos de Vallisneri (1721/1727), Spada (1737), Moro (1740), Spallanzani (1758) e o debate epistolar de Alberto Fortis e Domenico Testa (1793), que chegou a ser traduzido para o inglês e publicado na Royal Society inglesa à época. O presente projeto de pesquisa busca resgatar fontes históricas pouco utilizadas no contexto educacional, destacando a importância do debate geológico para o estabelecimento de uma visão laica de tempo profundo, e se materializa em um período de pesquisa junto à Università degli Studi di Verona, entre Setembro de 2010 e Abril de 2011, junto ao professor Luca Ciancio. (AU) | |
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