| Processo: | 01/09662-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2002 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2002 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese |
| Pesquisador responsável: | Daisy Maria Favero Salvadori |
| Beneficiário: | Álisson Marques de Miranda Cabral Gontijo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cancer | Celulas Epiteliais | Danos No Dna | Ganotoxicidade | Quebras De Fita Dupla | Teste Do Cometa |
Resumo O teste do cometa é uma técnica sensível para detectar danos no DNA de células individualizadas. No entanto, devido a dificuldades técnicas era pouco utilizado com células epiteliais humanas, in vivo. Assim, em trabalho anterior, propusemos e padronizamos o teste em dois diferentes tipos celulares (células do urotélio e da mucosa bucal). No entanto, observamos que o fato de algumas células epiteliais apresentar núcleo condensado (nc) caracterizado pela abundância de sítios álcali lábeis (ais) no DNA, inviabiliza o teste do cometa, em sua versão alcalina, pois esta os detecta como lesões. Como alternativa, a literatura propõe a versão 'neutra' do teste, que não sofre interferência de ais e é tida como específica para quebras de dupla-fita no DNA (dsb), lesões com maior potencial mutagênico e tumorigênico. Entretanto, vimos que essa segunda versão, além de não ser específica para dsbs, é pouco sensível a elas. Desta forma, o presente projeto tem dentre seus objetivos elucidar e validar a aplicação do teste do cometa na versão neutra para a prática clínica, visando a detecção precoce, prevenção e prognóstico do câncer. Para isso, estudaremos células da mucosa bucal de mulheres fumantes e células uroteliais não-neoplásicas de pacientes com história de carcinoma de células transicionais de bexiga, todos anteriormente avaliados pelo teste do cometa, mas em sua versão alcalina, e verificaremos se essas lesões no DNA são correlacionadas a mutações. (AU) | |
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