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Determinismo, indeterminismo e behaviorismo radical

Processo: 04/04518-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2005
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Epistemologia
Pesquisador responsável:Mark Julian Richter Cass
Beneficiário:Carolina Laurenti
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Metafísica   Determinismo (filosofia)

Resumo

Uma interpretação unívoca da filosofia do behaviorismo radical é a determinista. No entanto, quando se analisa o projeto científico de Skinner, levando em consideração suas principais influências filosóficas, nota-se que a interpretação determinista não é tão robusta quanto parece, e outra interpretação parece possível, a indeterminista. Em vista disso, instala-se uma tensão entre as teses deterministas e indeterministas no behaviorismo radical. O objetivo central do presente trabalho é empreender um estudo sistemático das teses deterministas e indeterministas. Para cumprir essa tarefa, faz-se necessário adquirir um instrumento analítico que oriente as discussões de cada uma dessas teses. Neste sentido, conta-se com as reflexões fomentadas pela filosofia da ciência, com respeito ao debate entre determinismo e indeterminismo. Entretanto, o que se encontra nesse campo também é confusão conceitual, como a falácia ignoratio elenchi e a associação indevida de teses. Apesar da falta de consenso em relação ao emprego dos termos determinismo e indeterminismo, o que se pretende com esse trabalho é empreender uma sistematização dos argumentos e contra-argumentos com respeito à determinação e indeterminação, na tentativa de adquirir uma definição bem talhada de determinismo, e de indeterminismo, com a qual se possa dirimir dúvidas, ambigüidades e, por conseguinte, recolocar a discussão no behaviorismo radical em bases conceituais mais claras. (AU)