Texto completo
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| Autor(es): |
Caroline Cotes Marinho
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Tese de Doutorado |
| Imprenta: | São José dos Campos. 2015-09-17. |
| Instituição: | Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Ciência e Tecnologia. São José dos Campos |
| Data de defesa: | 2014-02-06 |
| Orientador: | Estevão Tomomitsu Kimpara; Fabíola Pessoa Pereira Leite |
| Resumo | |
Este trabalho teve como objetivos: avaliar a variação térmica que ocorre em ambiente bucal para predizer a quantidade e duração das variações de temperatura por dia, a temperatura máxima e mínima encontrada na cavidade oral e sugerir um novo protocolo de ciclagem térmica baseado nestas informações; e comparar os resultados de resistência de união após várias formas de envelhecimento. Para tal, foi instalado um sensor térmico wireless no palato de um aparelho parcial removível de seis voluntários, e estes foram monitorados durante três dias para desenvolvimento de um novo protocolo de ciclagem térmica. Após esta etapa, 40 blocos de cerâmica feldspática foram cimentados entre si (N=20), divididos em cinco grupos (n=4) e cortados em fatias. As fatias foram submetidas aos seguintes tipos de envelhecimento: C, teste imediato (sem envelhecimento); A, armazenagem em água por 30 dias; E, protocolo de ciclagem térmica experimental desenvolvido neste estudo; CIB, ciclagem intra-bucal; e ISO, protocolo de ciclagem térmica estabelecido pela norma ISO 11405 (2003). As fatias foram cortadas em palitos, os quais foram submetidos ao teste de microtração. A análise de falha foi realizada com o auxílio de um estereomicroscópio. A temperatura máxima encontrada foi de 47,59 ̊C, a mínima foi de 13,11 ̊C. A média de temperatura diária manteve-se entre 34 ̊C e 36 ̊C. A média de variação de temperatura por dia foi de 5,3 vezes, com duração média de 183 s. Os grupos A, CIB, E apresentaram valores de resistência de união estatisticamente menor que o grupo C (p-valor=0,0002), sendo semelhantes entre si. O grupo ISO foi semelhante aos grupos C e CIB. O modo de falha mais encontrado para todos os grupos foi do tipo mista. Conclui-se que ocorrem em média 6 variações térmicas por dia, com duração de 180 segundos. O protocolo de ciclagem térmica sugerido pela ISO não foi capaz de reduzir a resistência de uniâo. A ciclagem.. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 12/20089-3 - Desenvolvimento e validação de um novo protocolo para ciclagem térmica de materiais dentários |
| Beneficiário: | Caroline Cotes Marinho |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |