Texto completo
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| Autor(es): |
Marina Rocha Borges da Fonseca
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | São Paulo. |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/SDI) |
| Data de defesa: | 2017-02-03 |
| Membros da banca: |
Rodrigo da Silva Galhardo;
Rodrigo Tavanelli Hernandes;
Carla Taddei de Castro Neves;
Beny Spira
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| Orientador: | Rodrigo da Silva Galhardo |
| Resumo | |
Cepas com altas taxas de mutação (mutadoras) foram detectadas em diversos gêneros bacterianos. A alta taxa de mutação está relacionada a defeitos em sistemas de reparo de DNA. Uma alta incidência de isolados clínicos de Proteus mirabilis com altas frequências de mutação foi descrita anteriormente. O fenômeno foi induzido em Escherichia coli, quando transformada com um plasmídeo de P. mirabilis. Com coleção de 77 isolados clínicos de P. mirabilis, medimos a frequência de mutantes espontâneos e verificamos a presença do elemento conjugativo ICE SXT/R391, para desvendar possível relação entre a presença do ICE e a frequência de mutação. 9 isolados clínicos apresentam o ICE. A frequência de mutantes mostrou que não existem mutadores verdadeiros, mas 11 isolados apresentam uma alta frequência de mutantes FosR. Considerando o alto índice de infecções por P. mirabilis, é importante entender a resistência à fosfomicina, já que esta é usada na clínica. Não existe relação entre uma frequência de mutantes espontânea e a presença de ICE SXT/R391 em isolados de P. mirabilis. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 15/11348-3 - Caracterização do fenótipo mutador de isolados de Proteus mirabilis |
| Beneficiário: | Marina Rocha Borges da Fonseca |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |