Texto completo
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| Autor(es): |
Cristina Carrijo Galvão
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | Campinas, SP. |
| Instituição: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas |
| Data de defesa: | 2001-09-08 |
| Membros da banca: |
Izabel Andrade Marson;
Celia Maria Marinho de Azevedo;
Maria Suely Kofes
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| Orientador: | Izabel Andrade Marson |
| Resumo | |
A dissenação trata como a viagem se constituiu como fonte de saber e legitimidade do conhecimento literário e científico no Ocidente. Aborda alguns viajantes ingleses e franceses que estiveram no Brasil ao longo do século XIX (Mawe, Koster, Saint-Hílaire, Burton e Couty,a fim de captar as múltiplas concepções que construíram sobre a escravidão, detectando a percepção de uma alteridade em relação à Europa fundada nessa instituição. Mostra como os "intérpretes da história do brasil (Gilberto Freyre, Caio Prado Júnior, Sérgio Buarque de Holanda e Florestan Fernandes) panilharam pressupostos com os relatos de viajantes, na medida em que seus textos revelam um projeto de saber e intervenção política na sociedade brasileira, e por entenderem a escravidão como o traço que distingue a nossa sociedade e marca o seu descompassocom a Europa. O texto propõe pensar a escravidão e o trabalho livre no Brasil a partir da convivência de duas formas de concepção do trabalho como mercadoria, a partir de uma leitura crítica de alguns teóricos do liberalismo (Ladre, Adam Smith, Tocqueville e Stuart Mill),destacando como outras visões dessa história permitem-nos questionar o atributo de barbárie tanto da escravidão como do seu agente, o escravo (AU) | |
| Processo FAPESP: | 99/00406-8 - A escravidão compartilhada: os relatos de viajantes e os intérpretes da sociedade brasileira |
| Beneficiário: | Cristina Carrijo Galvão |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |