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Dinheiro inconversível, derivativos financeiros e capital fictício: a moderna lógica das formas

Texto completo
Autor(es):
Tomás Nielsen Rotta
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Data de defesa:
Membros da banca:
Leda Maria Paulani; Maria de Lourdes Rollemberg Mollo; Eleuterio Fernando da Silva Prado
Orientador: Leda Maria Paulani
Resumo

Este trabalho investiga a adequação científica das teorias monetárias e financeiras marxistas em face à nova realidade do pós-1971, tendo como ponto de partida a introdução lógica da forma dinheiro inconversível. A primeira parte, composta pelos dois primeiros capítulos, discute as duas maiores heranças que Marx recebeu - Hegel e o pensamento monetário inglês do século XIX -, para aí evidenciarmos tanto suas potencialidades quanto suas inevitáveis limitações. Quando passamos à segunda parte, constituída pelos dois últimos capítulos, o foco recai sobre a tentativa de fazer as categorias marxistas se adequarem ao nosso hodierno sistema financeiro e monetário; com um ponto claro: mostrar a ligação necessária entre o dinheiro inconversível e a atual formação de capital fictício. Momento no qual os derivativos financeiros se revelarão objetos contraditórios e, mais do que instrumentos, produtores de suas próprias pressuposições - em especial, o risco abstrato. Dessa forma estaremos aptos a analisar em toda sua profundidade o ciclo do moderno capital fictício - da mercadoria-capital, do capital que retorna como capital ao seu predicado lógico inicial. O resultado deste movimento será o engendramento de um novo capital abstrato, para o qual os swaps são seu veículo. (AU)

Processo FAPESP: 06/58299-8 - Dinheiro inconversivel, derivativos financeiros e capital fictício: a moderna lógica das formas
Beneficiário:Tomas Nielsen Rotta
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado