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Regras gerais e racionalidade em Hume

Texto completo
Autor(es):
Andrea Cachel
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Data de defesa:
Membros da banca:
Joao Paulo Gomes Monteiro; Sara Albieri; Eduardo Salles de Oliveira Barra; Roberto Bolzani Filho; Lívia Mara Guimarães
Orientador: Joao Paulo Gomes Monteiro
Resumo

Hume, no Tratado da Natureza Humana, afirma haver duas formas de o hábito atuar na produção de inferências, a saber, conforme princípios regulares e irregulares da imaginação. Em decorrência, estipula determinadas regras gerais para marcar a atuação do hábito no primeiro modo, restringindo a ela o espaço da causa e efeito. A intenção desta tese é investigar o estatuto dessas regras, bem como as suas consequências quanto ao estabelecimento das fronteiras entre a razão e a imaginação. Trata-se de questionar, inicialmente, qual é o parâmetro que permite uma separação, nos juízos, entre operações regulares e irregulares da imaginação, considerando-se que Hume mostra não haver uma justificativa racional para a relação de causa e efeito. Em contrapartida, pretende-se indicar em que medida uma nova noção de racionalidade experimental é configurada a partir da interposição desse novo critério, bem como discutir como é também a estabilização do agir do entendimento sobre a imaginação que se encontra no horizonte da normatividade instaurada pela regulação, via regras gerais do juízo. (AU)

Processo FAPESP: 05/59848-2 - Regras gerais e racionalidade em hume.
Beneficiário:Andrea Cachel
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado