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Toxicidade de extratos de Rauia sp. (Rutaceae) para operárias de Atta sexdens rubropilosa Forel (Hymenoptera: Formicidae)

Texto completo
Autor(es):
Tais Garcia Freitas
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: Rio Claro. 2014-06-11.
Instituição: Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Biociências. Rio Claro
Data de defesa:
Orientador: Odair Correa Bueno
Resumo

As formigas estão presentes em quase todos os habitats do planeta. Na maioria das vezes não causam danos ao homem, mas em ambientes modificados, como áreas agrícolas, podem gerar grandes populações e acabar sendo consideradas pragas. As saúvas são chamadas de formigas cortadeiras, pelo hábito que elas têm de cortar as folhas das plantas. Causam danos econômicos justamente pelo desfolhamento que produzem nos vegetais. Para realizar o controle dessas pragas, muitos produtos químicos são utilizados, mas esse tipo de controle pode gerar efeitos maléficos ao ambiente e à população humana. Atualmente, há uma grande procura por métodos alternativos de controle dessas pragas buscando produtos que apresentem grande especificidade e uma rápida degradação. Uma alternativa é a utilização de produtos naturais presentes nos vegetais superiores, que podem constituir novas fontes de material com ação tóxica para esses insetos praga. Este trabalho teve por objetivo avaliar a toxicidade de Rauia sp. para Atta sexdens rubropilosa. Para tal, foram realizados bioensaios por ingestão dos compostos presentes no vegetal. Foram realizados também testes de nebulização, com ninhos incipientes, utilizando os extratos que apresentaram maior potencial tóxico contra as formigas cortadeiras. Com os resultados dos bioensaios por ingestão, pode-se observar que os compostos presentes no caule e nas folhas de Rauia sp. apresentaram toxicidade para Atta sexdens rubropilosa. Os extratos brutos diclorometânico e metanólico de ambas as partes vegetais foram fracionadas e testadas novamente por ingestão, e também testados na forma de nebulização. Das frações obtidas a partir dos extratos diclorometânicos, as de maior polaridade das folhas foram as que apresentaram maior toxicidade, e as de menor polaridade do caule foram as mais tóxicas. Das frações obtidas a partir dos extratos metanólicos... (AU)